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quarta-feira, 7 de março de 2012

Sacerdote, presente de Deus para o mundo

Na homenagem de nosso blog aos sacerdotes hoje postamos este filme... 




Aos nossos amigos sacerdotes dedicamos nossas orações!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

'Olhando a cruz vejo o quanto custei caro'

Quando oferecemos uma rosa a alguém, não é a rosa em si que é ofertada, é preciso olhar para o que está por trás do gesto. Essa flor é apenas um sinal do amor e do apreço que temos por alguém.

Estivemos todos os dias olhando para a cruz peregrina e para o ícone de Nossa Senhora, símbolos da Jornada Mundial da Juventude, mas é preciso olhar para o que está por trás desse sinal: o amor de Cristo pelo homem.


Hoje fomos à Paróquia de Santana, na Zona Norte de São Paulo, quando chegamos ao local vimos um grupo de alunos fazendo a meditação da Via-Sacra. Rezavam pelas intenções dos jovens excluídos e marginalizados. Lembraram de massacres nos quais vítimas muito jovens e cheias de sonhos a ser realizados foram ceifadas do meio de nós.

Lembramo-nos também que naquela região ficava situado o antigo presídio Carandiru, ou o que restou dele, palco de uma das maiores tragédias de extermínio humano do país, onde cento e onze detentos foram assassinados.

Olhando para tantas realidades difíceis podemos nos questionar: “Onde estava Deus em tudo isso?” Mas, também poderíamos nos questionar um pouco mais: “Será que não são as coisas que estão erradas? Será que as escolhas feitas pelo homem não o estão fazendo caminhar para um grande buraco negro?”
Não sei se temos respostas neste momento, o que vi foi que a cruz peregrina, durante estes dias na capital da cidade de São Paulo, denunciou, nos questionou e amou aqueles que talvez nós não escolhêssemos para amar.
Padre João Luíz Miqueletti, pároco da Igreja de Santana, fez uma bela homilia, levando todos os presentes à reflexão na Celebração Eucarística de hoje: “Não nos conformemos com o que vemos de errado! O Cristianismo é profético e sua vivência denuncia o mal. Não se conformem com este mundo!”
É essa a mensagem que a cruz dos jovens e o ícone da Virgem Maria nos deixam. Sejamos este sinal profético sem medo de expressar nossa fé.
“Olhando para a cruz vejo o quanto custei caro. Olhando para o espelho vejo o quanto eu me vendo barato para o pecado” (Trecho de um dos Sermões do Padre Vieira, grande pregador no período do Brasil Colônia).
Olhemos para este sinal de amor que veio se encontrar conosco. Temos muito trabalho a fazer nestes dois anos de preparação para a JMJ até 2013, são muitos os jovens abandonados na nossa sociedade, que não têm direito à boa educação, que não são preparados para o mercado de trabalho, que usam a violência como resposta a seus direitos violados.
Sejamos anunciadores de Cristo! Sejamos anunciadores do amor!
Ah! Hoje quando já estávamos voltando para casa para fazer esta matéria de encerramento da nossa cobertura, minha companheira de missão, Clarissa Oliveira, quase foi assaltada por uma menina de uns 6 anos de idade, que tentou tomar seu celular das mãos. Eu vi quando ela se aproximava, seu olhar se fixou no objeto desejado e sua testa franzia, era uma linda menina morena, de pés descalços, seu rosto foi se desfigurando quando assumiu a face de ‘má’. Mas era só uma criança, não tinha forças para tirar o celular das mãos da Clarissa, ela foi embora sem o objeto de seu desejo ou de sua necessidade.
São situações que nos fazem refletir. Reflita você também.
Uma santa Jornada Mundial da Juventude para todos nós! 
 


Por Cris Henrique e Clarissa Oliveira – Produção Destrave

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Dez conselhos de Bento XVI aos jovens


Conversar diariamente com Deus, ler a Bíblia, ir à Missa aos Domingos, contar as alegrias e penas a Cristo, dar exemplo ou ser útil aos outros: são alguns dos conselhos que o Papa dá aos jovens.


09 de abril de 2006




1) Conversar com Deus


“Algum de vós poderia talvez identificar-se com a descrição que Edith Stein fez da sua própria adolescência, ela, que viveu depois no Carmelo de Colônia: "Tinha perdido consciente e deliberadamente o costume de rezar". Durante estes dias podereis recuperar a experiência vibrante da oração como diálogo com Deus, porque sabemos que nos ama e, a quem, por sua vez, queremos amar”.  




2) Contar-lhe as penas e alegrias

“Abri o vosso coração a Deus. Deixai-vos surpreender por Cristo. Dai-lhe o "direito de vos falar" durante estes dias. Abri as portas da vossa liberdade ao seu amor misericordioso. Apresentai as vossas alegrias e as vossas penas a Cristo, deixando que ele ilumine com a sua luz a vossa mente e toque com a sua graça o vosso coração. 





3) Não desconfiar de Cristo


“Queridos jovens, a felicidade que buscais, a felicidade que tendes o direito de saborear, tem um nome, um rosto: o de Jesus de Nazaré, oculto na Eucaristia. Só ele dá plenitude de vida à humanidade. Dizei, com Maria, o vosso "sim" ao Deus que quer entregar-se a vós. Repito-vos hoje o que disse no princípio de meu pontificado: 'Quem deixa entrar Cristo na sua vida não perde nada, nada, absolutamente nada do que faz a vida livre, bela e grande. ¡Não! Só com esta amizade se abrem de par em par as portas da vida. Só com esta amizade se abrem realmente as grandes potencialidades da condição humana. Só com esta amizade experimentamos o que é belo e o que nos liberta’. Estai plenamente convencidos: Cristo não tira nada do que há de formoso e grande em vós, mas leva tudo à perfeição para a glória de Deus, a felicidade dos homens e a salvação do mundo”. 





4) Estar alegres: querer ser santos
“Para além das vocações de consagração especial, está a vocação própria de todo o batizado: também é esta uma vocação que aponta para um ‘alto grau’ da vida cristã ordinária, expressa na santidade. Quando encontramos Jesus e acolhemos o seu Evangelho, a vida muda e somos impelidos a comunicar aos outros a experiência própria (...). A Igreja necessita de santos. Todos estamos chamados à santidade, e só os santos podem renovar a humanidade. Convido-vos a que vos esforceis nestes dias por servir sem reservas a Cristo, custe o que custar. O encontro com Jesus Cristo vos permitirá apreciar interiormente a alegria da sua presença viva e vivificante, para testemunhá-la depois no vosso ambiente”. 



5) Deus: tema de conversa com os amigos

 “São tantos os nossos companheiros que ainda não conhecem o amor de Deus, ou procuram encher o coração com sucedâneos insignificantes. Portanto, é urgente ser testemunhos do amor que se contempla em Cristo. Queridos jovens, a Igreja necessita autênticos testemunhos para a nova evangelização: homens e mulheres cuja vida tenha sido transformada pelo encontro com Jesus; homens e mulheres capazes de comunicar esta experiência aos outros”. 



6) No Domingo, ir à Missa

Não vos deixeis dissuadir departicipar na Eucaristia dominical e ajudai também os outros a descobri-la. Certamente, para que dela emane a alegria que necessitamos, devemos aprender a compreendê-la cada vez mais profundamente, devemos aprender a amá-la. Comprometamo-nos com isso, vale a pena! Descubramos a íntima riqueza da liturgia da Igreja e a sua verdadeira grandeza: não somos os que fazemos uma festa para nós, mas, pelo contrário, é o próprio Deus vivo que prepara uma festa para nós. Com o amor à Eucaristia redescobrireis também o sacramento da Reconciliação, no qual a bondade misericordiosa de Deus permite sempre que a nossa vida comece novamente. 






7) Demonstrar que Deus não é triste

Quem descobriu Cristo deve levar os outros para ele. Uma grande alegria não se pode guardar para si mesmo. É necessário transmiti-la. Em numerosas partes do mundo existe hoje um estranho esquecimento de Deus. Parece que tudo anda igualmente sem ele. Mas ao mesmo tempo existe também um sentimento de frustração, de insatisfação de tudo e de todos. Dá vontade de exclamar: Não é possível que a vida seja assim! Verdadeiramente não.




8) Conhecer a fé

Ajudai os homens a descobrir a verdadeira estrela que nos indica o caminho: Jesus Cristo. Tratemos, nós mesmos, de conhecê-lo cada vez melhor para poder conduzir também os outros, de modo convincente, a ele. Por isso é tão importante o amor à Sagrada Escritura e, em conseqüência, conhecer a fé da Igreja que nos mostra o sentido da Escritura. 







9) Ajudar: ser útil

Se pensarmos e vivermos inseridos na comunhão com Cristo, os nossos olhos se abrem. Não nos conformaremos mais em viver preocupados somente conosco mesmo, mas veremos como e onde somos necessários. Vivendo e atuando assim dar-nos-emos conta rapidamente que é muito mais belo ser úteis e estar à disposição dos outros do que preocupar-nos somente com as comodidades que nos são oferecidas. Eu sei que vós, como jovens, aspirais a coisas grandes, que quereis comprometer-vos com um mundo melhor. Demonstrai-o aos homens, demonstrai-o ao mundo, que espera exatamente este testemunho dos discípulos de Jesus Cristo. Um mundo que, sobretudo mediante o vosso amor, poderá descobrir a estrela que seguimos como crentes. 





10) Ler a Bíblia

O segredo para ter um "coração que entenda" é edificar um coração capaz de escutar. Isto é possível meditando sem cessar a palavra de Deus e permanecendo enraizados nela, mediante o esforço de conhecê-la sempre melhor. Queridos jovens, exorto-vos a adquirir intimidade com a Bíblia, a tê-la à mão, para que seja para vós como uma bússola que indica o caminho a seguir. Lendo-a, aprendereis a conhecer Cristo. São Jerônimo observa a este respeito: "O desconhecimento das Escrituras é o desconhecimento de Cristo"







Em resumo...



Construir a vida sobre Cristo, acolhendo com alegria a palavra e pondo em prática a doutrina: eis aqui, jovens do terceiro milênio, o que deve ser o vosso programa! É urgente que surja uma nova geração de apóstolos enraizados na palavra de Cristo, capazes de responder aos desafios do nosso tempo e dispostos a difundir o Evangelho por toda a parte. Isto é o que o Senhor vos pede, a isto vos convida a Igreja, isto é o que o mundo – ainda que não saiba – espera de vós! E se Jesus vos chama, não tenhais medo de responder-lhe com generosidade, especialmente quando vos propõe segui-lo na vida consagrada ou na vida sacerdotal. Não tenhais medo; confiai n’Ele e não ficareis decepcionados.



BENTO XVI

fonte opusdei

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Eu e você, santos?

Hoje a Igreja celebra a Solenidade de Todos os Santos. Uma linda festa na Igreja Militante e ainda maior na Igreja Triunfante. Festa que, no Brasil, é transferida para o domingo seguinte, caso esse não seja dia 02/11.
Eis aqui um ótimo dia para refletirmos sobre a santidade. Quando a Igreja decreta alguma festa de algum santo ela está dizendo para todos os fiéis (portanto, a cada um de nós): Olhem para esse santo, olhem para a vida, olhem para o esforço. É possível sim chegar a santidade.
Tá, mas aí você nos questiona: eu lá sou um Santo Agostinho, com toda a sua inteligência? Eu lá sou uma Santa Faustina, com toda a sua vida de penitência? Eu lá sou um João Paulo II, com todo o seu pontificado extraordinário? Sou uma Santa Mônica com toda a sua paciência?
É…concordo contigo. Você não é nenhum deles, mas você é VOCÊ. E isso faz a grande diferença.
Os santos viveram suas vidas não para serem iguais a outros santos. Eles se espelharam sim, em outro, mas a vida que eles queriam imitar era a de Jesus Cristo.
E isso, tenho certeza, você tem buscado: imitar a Cristo em seus gestos e atitudes.
Mas agora lanço um desafio: Como imitar a Cristo na vida que eu levo?
Isso só depende de você.
Você topa esse desafio? Você quer ir além? Você quer levar aqui nessa Terra uma vida de santidade?
Apresentamos aqui em poucas linhas a vida de dois jovens (como nós dois, como vocês que lêem) que não pararam diante das limitações da vida e quiseram ir além, quiseram levar a vida de santidade já aqui.
Vocês já devem ter lido algumas coisas sobre eles, mas como eu disse, hoje é um dia para refletirmos sobre a santidade. Tenho certeza que ler a história deles de novo, vai reacender o desejo de santidade no seu coração.
Os nomes, vocês já devem ter acertado: Beato Pier Giorgio Frassati e Beata Chiara Luce
Beato Pier Giorgio Frassati
Pier Giorgio nasceu em uma família abastada em Turim na Itália no ano de 1901. Seu pai, um empresário, foi muito influente na política, o que levou Pier Giorgio a se tornar membro ativo do Partido Popular.
Dedicou grande parte de seu tempo livre para servir os doentes e os necessitados, cuidando dos órfãos e ajudando os militares que retornavam da Primeira Guerra Mundial. Sua caridade não se resumia em simplesmente dar algo aos outros, mas em dar-se inteiramente.
Como todo jovem, gostava muito de esportes. Seu esporte preferido era o Alpinismo. Todas as vezes que saia para as montanhas ele aproveitava para evangelizar os seus amigos. Esses, eram constantemente convidados á irem a Missa, rezar o rosário e a Liturgia das Horas.
Sua frase mais conhecida (Verso l’Alto – Para o Alto) foi escrita em sua última escalada em 07 de Junho de 1925. Essa frase resume a sua vida terrena: uma luta constante para alcançar a vida eterna.
Muito católico, Pier Giorgio tinha um carinho especial por São Paulo e por suas cartas. Em 1922
entrou para a Ordem Terceira Dominicana.
Teve um grande amor (Laura Hidalgo) mas que por causa de sua família que não apoiava sua união, acabou sofrendo e sacrificando esse amor.
Iniciou sua faculdade de Engenharia mineral e só não a concluiu porque acabou contraindo poliomielite. E apenas um mês depois (no dia 04 de Julho de 1925) com apenas 24 anos, Pier Giorgio foi elevado aos céus por conta dessa doença.
Em 20 de maio de 1990 foi beatificado pelo Beato João Paulo II e proclamado como “o homem das oito Bem-Aventuranças, que leva consigo a graça do Evangelho, da Boa Nova, da alegria da Salvação que Cristo nos oferece.
Chiara Luce
Filha única, nasceu em uma família simples de cristãos praticantes.
Era uma “esportista por excelência”, guardava suas economias e sonhava em ser médica para ajudar as crianças da África. Aos 9 anos entrou como Gen (geração nova) no Movimento dos Focolares. Gostava de patinar, de montanhas e do mar, lembra sua mãe. “Era uma menina cheia de vida: gostava de rir, cantar e dançar.”
No dia em que fez a sua primeira Comunhão recebeu um presente muito especial, o livro dos Evangelhos. Foi para ela um “magnífico livro” e “uma extraordinária mensagem”; como havia afirmado: “Para mim, é fácil aprender o alfabeto, deve ser a mesma coisa viver o Evangelho!”.
Desde muito jovem fez o propósito profundo de não “doar Jesus aos amigos com as palavras, mas com o comportamento”. Tudo isso nem sempre é fácil; de fato, repetirá algumas vezes: “Como é duro ir contra a corrente!”. E para conseguir superar cada obstáculo, repetia: “É por ti, Jesus!”.
Aos 17 anos foi acarretada por uma doença, que mudaria o rumo de sua vida e talvez de sua fé. De repente, uma dor aguda no ombro esquerdo revelou, nos exames e nas inúteis operações, um osteossarcoma que deu início a um calvário de dois anos aproximadamente.
Depois que ouviu o diagnóstico de que estava com câncer, Chiara não chorou, não se revoltou e ficou imóvel e em silêncio. Após 25 minutos saiu dos seus lábios o seu sim à vontade de Deus. Repetiu muitas vezes: “Se é o que você quer, Jesus, é o que eu quero também”. Assim sendo, não perdeu o sorriso e com alegria enfrentou tratamentos doloroso. Ela não aceitou receber morfina para não perder a lucidez (foi muito corajosa) e ofereceu tudo pela Igreja, pelos jovens (por mim. por você), pelos ateus, pelo Movimento Gen, pelas missões, etc. Sempre permaneceu serena e forte. Repetia: “Não tenho mais nada, contudo tenho o meu coração e com ele posso sempre amar”.
Ao apresentar esses dois testemunho de santidade, desejamos que você possa perceber que a santidade não é algo inatingível. Comporta algumas renúncias e sofrimentos, mas que é possível por causa da nossa decisão.
Cada um, na sua particularidade, pode ir além, pode aspirar a santidade, com aquilo que somos e aquilo que sentimos.
Então, qual é a diferença dos dois beatos apresentados e de cada um de nós? NENHUMA
A única coisa é que eles deram passos para ir além. Eles caminharam na escolha que fizeram: Amar Jesus Cristo acima de tudo.
E você, vai ficar aí parado?
Conte com nossas orações.
#TamuJunto

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O verdadeiro PHN: uma proposta de cara limpa

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