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domingo, 8 de abril de 2012

JESUS RESSUSCITOU! ELE ESTÁ VIVO!

Domingo Chegou!

Ressuscitou - Shalom

Clip da musica Ressuscitou, do cd RESSUSCITOU, da Comunidade Católica Shalom - Fortaleza - Ce

Jesus Ressuscitou: Aleluia!!!


Dom Orani


"Ide depressa e dizei aos discípulos que Ele ressuscitou dos mortos' (Mt 28,7) 
Jornal do BrasilDom Orani Tempesta
Eis o anúncio dos anjos às mulheres que foram ver o túmulo de Jesus ao amanhecer do primeiro dia da semana. O silencioso sábado que sucedeu o sepultamento do Senhor havia passado. A perplexidade diante da sua morte e do aparente fracasso de tantas expectativas para o futuro era agora substituída pelo grande clamor da alegria pascal; “Cristo ressuscitou. Aleluia!”
O brilho daquela aurora definitiva desfez todas as trevas da dor, da angústia e da dúvida. Os que esperavam confiantes na promessa do Senhor viram o túmulo vazio, atestando que Ele já não estava ali, mas havia ressuscitado como prometera (cf. Mt 28,6).
O anúncio desta realidade se repete pelos séculos afora ? “Ide depressa e dizei aos discípulos que Ele ressuscitou dos mortos” ? e passa através das gerações, de discípulo para discípulo, assim como as velas da Vigília Pascal vão se acendendo umas às outras.
Hoje, como discípulos missionários, somos herdeiros da bênção e, ao mesmo tempo, da missão. É preciso continuar vencendo as trevas da dúvida pela graça da fé, o tédio da falta de sentido para a vida pelo entusiasmo de um ideal sempre novo, a cultura da morte pela experiência da ressurreição.
Nós, que vivemos o ano do discipulado em nossa Arquidiocese e nos preparamos para o Ano da Fé, pedido pelo Papa Bento XVI, enquanto vivenciamos toda a expectativa da Jornada Mundial da Juventude, somos chamados a “ser” sinal de Ressurreição para todas as situações que a grande cidade vive. Tivemos acontecimentos que nos machucaram logo no início deste ano, mas também experimentamos a esperança da superação pascal. Que agora, ao celebrarmos a Páscoa, todos nós façamos Páscoa: vivamos essa passagem da morte para a vida, do pecado para a graça! Anunciemos sempre como a grande novidade de todos os tempos: Jesus Ressuscitou e nós somos testemunhas!
Tomemos para nós este convite dos anjos e vamos depressa dizer ao mundo que Jesus ressuscitou e que esta é a causa da nossa alegria! Se nos comprometermos com este anúncio, não apenas teremos a melhor e mais santa Páscoa, como nossa vida terá um permanente sentido pascal, em que tudo se faz renovado! 
Desejo a cada um dos caríssimos amigos da Arquidiocese que a luz pascal ilumine suas vidas e ideais! Sejamos o eco de tantas gerações de cristãos que O encontraram e testemunhemos com a vida a grande novidade pascal.  Que ressoe novamente em nossos dias, nos corações dos que creem em Cristo, como sempre ressoará em todos os tempos: Cristo ressuscitou! Aleluia! Verdadeiramente Ressuscitou, Aleluia!
* Dom D. Orani João Tempesta, O.Cist. Arcebispo Metropolitano do Rio de Janeiro
 

A VIDA QUE VENCE A MORTE


A luz do Cristo ressuscitado resplandece e ilumina todos os recantos da existência humana, portadora de esperança e vida. É Páscoa da Ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo! A Igreja de Cristo celebra sua festa maior, oferecendo a todos os homens e mulheres o grande anúncio: “Eis agora a festa da Páscoa, em que o real Cordeiro se imolou: marcando nossas portas, nossas alma, com seu divino sangue nos salvou. Esta noite de Páscoa lava todo crime, liberta o pecador dos seus grilhões; dissipa o ódio e dobra os poderosos, enche de luz e paz os corações” (Proclamação da Páscoa na grande Vigília).

Celebramos a festa da Páscoa.
 Na quinta-feira santa, ao cair da tarde, entramos no Cenáculo, “num andar de cima” (Mc 14,15). Interrompe-se o ritmo do quotidiano, para pensar nas coisas do alto (Cl 3,2).
Começou a Páscoa com a Páscoa da Ceia! Ali tudo ganha um novo sentido. A Páscoa é preparada! Quem sabe os discípulos que foram à casa para que tudo estivesse pronto sejam figura do povo de Deus que conclui sua quaresma.
Prepara-se esta mesa com a sobriedade do jejum e da abstinência, para chegar à abundância do banquete da vida eterna.

Para entrar no Cenáculo, o bilhete é a caridade vivida, um amor misterioso que inquieta, pois é mais do que uma simples amizade. É a noite de seu novo mandamento, tornado visível no gesto daquele que veio para servir e não ser servido, para que a Igreja continue a lavar os pés de todos, começando dos mais pobres!
O Cenáculo é novo templo! A comunhão com Deus acontece em torno de uma mesa fraterna, a oração é feita de intimidade. No Cenáculo Jesus antecipa o dom de sua vida.
Antes de sua Cruz, antecipa a nova Páscoa, para que os cristãos façam tudo o que Ele disse e fez, para assegurar sua presença perene. Dali para frente, Pão da Vida e Cálice da Salvação, do nascer ao pôr do sol, enquanto esperamos sua vinda!

Começamos a Páscoa com Jesus e não podemos voltar atrás.
O medo dos discípulos de antanho, superado com a unção do Espírito Santo, faz com que os de hoje caminhem valorosos para chegar ao Calvário.
Sexta-feira santa é a Páscoa da Cruz. Olhar para a Cruz, árvore da vida!

Quais pássaros migratórios que percorrem os ares do mundo, pousemos sobre seus braços. Mais ainda, com suprema ousadia, entremos lá dentro do Coração de Cristo, para olhar o mundo pela fenda da chaga aberta pela lança! Tudo ficará diferente!
Conversão radical, renúncia ao olhar egoísta dos fatos e sofrimentos. Na Cruz de Cristo, indo com Ele até a experiência do abandono!
Ele foi até o fundo do poço, para resgatar o escravo. Não há mais qualquer escuridão e tristeza, desespero e até ateísmo que não sejam preenchidos pelo amor eterno de Deus.

Prostremo-nos por terra em adoração! Beijemos devotos a Cruz de Cristo! Que ela seja içada, qual estandarte, sobre todos os montes do orgulho humano, marcada nas frontes para que todos os homens e mulheres olhem para o alto, onde Cristo está sentado à direita do Pai, e olhem uns para os outros, estabelecendo os laços da fraternidade. No coração de Cristo, onde se encontram os dois caminhos da Cruz, está a vitória definitiva, celebrada e comunicada a todos os passantes!
No sábado santo, inquietos pelo silêncio misterioso, Ele “desceu aos infernos. Significa que Cristo ultrapassou a porta da solidão, desceu ao mais profundo e inalcançável de nossa condição de solidão. Mas mesmo na noite mais escura e extrema, onde não penetra qualquer palavra, em que nos sentimos como crianças abandonadas que choram, aparece uma voz que chama, uma mão que nos toma e nos conduz, e a noite humana mais escura é superada porque Ele entrou na noite! O inferno foi vencido quando Ele entrou na região da morte e a “terra de ninguém” da solidão foi habitada por Ele” (Cardeal Joseph Ratzinger, “O sábado da história”, 1998).
Com as mulheres da esperança, vamos à porta do sepulcro. Parece que a terra pulsa ofegante! Certamente o coração da Mãe desolada que teve o corpo exangue de Jesus nos braços continua batendo ao ritmo da fé.
Os discípulos escondidos experimentam um misto de santa vergonha e inquietação.
Dá para imaginá-los algum tempo depois, comentando o que sentiram!
De repente, o primeiro dia da semana ultrapassou o sábado judaico! Ele está vivo! A morte foi vencida!
O testemunho é maior dos que as notícias falsas espalhadas pelos que tramaram sua morte. Quando tudo parecia terminado, agora começou! “Eu vi o Senhor”, diz a apóstola dos apóstolos, Maria Madalena!

E a Igreja chega à Páscoa da Ressurreição! A noite é vencida pela luz que resplandece: “Eis a luz de Cristo!”. À luz desse lume que se espalha, a Igreja se recolhe, ouve as maravilhas da História da Salvação.
Ressoa de novo o Aleluia – Louvai a Deus! Os sinos repicam e os corações exultam.

De pé – posição de ressuscitado! – ouvimos o Evangelho da Ressurreição, o querigma que converte gerações! O Batismo celebrado na noite de Páscoa recebe os que renascem em Cristo e todo o povo num comum “aniversário de Batismo”, renova a fé e assume de novo seus compromissos cristãos.
Enfim, recolhidos em torno do Altar, celebramos o verdadeiro Cordeiro Pascal. Alimentados na Eucaristia Pascal, são enviados os cristãos, portadores de vida, quais procissões que cantam aleluia, revestidos da novidade que brota da Ressurreição. Homens novos para um mundo novo. 

Santa e feliz Páscoa!

Dom Alberto Taveira Corrêa
POR: 
Blog Repórtrer de Cristo

O Senhor Ressuscitou!

O Senhor ressuscitou verdadeiramente. Aleluia
Glória e louvor a Cristo para sempre!




Jesus venceu a morte

O Senhor Ressuscitou verdadeiramente! Aleluia! Com essa afirmação podemos dizer que a nossa maior alegria é ter a certeza que Cristo ressuscitou, venceu a morte, deixou o sepulcro vazio e nos garantiu a vida eterna. Ele cumpriu com a promessa que no terceiro dia ressuscitaria e verdadeiramente ressuscitou; deixou o sepulcro vazio. Encontrou com os apóstolos que estavam tristes e abatidos e devolveu a paz interior dizendo-lhes: “A paz esteja com vocês”!.

Ressucitou!!!!


Ressucitou, Ressucitou, Ressucitou, Ressucitou, 
ELE Ressucitou, Ressucitou, JESUS Ressucitou, Ressucitou
eu disse Ressucitou, Ressucitou, Ressucitou, Ressucitou, ELE Ressucitou, Ressucitou, Ressucitou, Ressucitou.
A cruz não o prendeu
Na tumba não ficou
A morte não o parou
Ressucitou.
Ressucitou, Ressucitou, Ressucitou, Ressucitou, Ressucitou, Ressucitou, ELE Ressucitou, Ressucitou, a pedra rolou, Ressucitou, eu disse Ressucitou, Ressucitou, o meu SENHOR, Ressucitou, Ressucitou,Ressucitou, Ressucitou.
A cruz não o prendeu
Na tumba não ficou
A morte não o parou
Ele Ressucitou.
Sexta o inferno se alegrou
penssaram que tudo acabou
mais falharam de ver ali que a batalha só comessou
no tercero dia o anjo gritou cristo resucitou
ELE resucitou
a pedra rolou
Ressucitou, Ressucitou, Ressucitou, Ressucitou, ELE Ressucitou, Ressucitou, O meu SENHOR Ressucitou, Ressucitou,
ELE vivo está, Ressucitou, ELE Ressucitou, Ressucitou, ELE Ressucitou, Ressucitou, foi o que aconteceu, Ressucitou.
A cruz não o prendeu!

Música: Elaine de Jesus

Vigília Pascal na Basílica de São Pedro

A«escuridão» sobre Deus ameaça a humanidade disse o Papa na Vigília Pascal na Basílica de São Pedro, em que também batizou oito adultos


(8/4/2012) Bento XVI alertou no Vaticano para “escuridão” sobre Deus que ameaça a humanidade contemporânea, impedindo-a de distinguir “o que é o bem e o que é o mal”.

“Esta escuridão acerca de Deus e a escuridão acerca dos valores são a verdadeira ameaça para a nossa existência e para o mundo em geral”, disse, na homilia da Vigília Pascal, que decorreu na Basílica de São Pedro, durante cerca de três horas.


Para o Papa, embora o homem seja “capaz de ver e investigar as coisas palpáveis, materiais”, não vê “para onde vai o mundo e donde o mesmo vem, para onde vai a sua própria vida”.


“Se Deus e os valores, a diferença entre o bem e o mal permanecem na escuridão, então todas as outras iluminações, que nos dão um poder verdadeiramente incrível, deixam de constituir somente progressos, mas passam a ser simultaneamente ameaças que nos põem em perigo a nós e ao mundo”, alertou, numa reflexão sobre a luz e as trevas.


Neste contexto, Bento XVI disse que hoje é possível iluminar as cidades “de modo tão deslumbrante que as estrelas do céu deixam de ser visíveis”, mas falha-se “naquilo que está para além disto, como Deus e o bem”.


“Para isto serve a fé, que nos mostra a luz de Deus, a verdadeira iluminação: aquela é uma irrupção da luz de Deus no nosso mundo, uma abertura dos nossos olhos à verdadeira luz”, prosseguiu.


Na noite em que a Igreja Católica celebra a ressurreição de Jesus, o Papa declarou que “a vida é mais forte que a morte. O bem é mais forte que o mal. O amor é mais forte que o ódio. A verdade é mais forte que a mentira”.


Bento XVI afirmou que “a matéria-prima do mundo é boa; o próprio ser é bom”.


“O mal não vem do ser que é criado por Deus, mas existe em virtude da sua negação. É o «não»”, precisou.


A celebração teve início no adro da Basílica de São Pedro, com a bênção do fogo e a preparação do círio pascal, a que se seguiu uma procissão, com a iluminação progressiva da igreja e o canto do precónio pascal.


O Papa batizou oito adultos vindos da Itália, Albânia, Eslováquia, Camarões, Alemanha, Turquemenistão e Estados Unidos da América.

 
Rádio Vaticano

sábado, 7 de abril de 2012

O grande silencio


"Que está acontecendo hoje? Um grande silêncio reina sobre a terra. Um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio porque o Rei está dormindo; a terra estremeceu e ficou silenciosa, porque o Deus feito homem adormeceu e acordou os que dormiam à séculos. Deus morreu na carne e despertou a mansão dos mortos.
Ele vai, antes de tudo, à procura de Adão, nosso primeiro pai, a ovelha perdida. Faz questão de visitar os que estãomergulhados nas trevas e na sombra da morte. Deus e seu Filho vão ao encontro de Adão e Eva cativos, e agora libertos dos sofrimentos.

E Cristo respondeu a Adão: 'Acorda tu que dormes. (...) Vê em meu rosto os escarros que por ti  recebi; para restituir-te o sopro da vida original. Vê nas minhas faces as bofetadas que levei para restaurar, conforme à minha imagem, a tua beleza corrompida. Vê em minhas costas as marcas dos açoites que suportei por ti para retirar dos teus ombros os pesos dos pecados. Vê minhas mãos fortemente pregadas à árvore da cruz, por causa de ti, como outrora estendeste levianamente tuas mãos para a árvore do paraíso. Adormeci na cruz e por tua causa a lança penetrou no meu lado, como Eva surgiu do teu, ao adormeceres no paraíso. Meu lado curou a dor do teu lado. Meu sono vai arrancar-te do sono da morte. Minha lança deteve a lança que estava voltada contra ti.

Levanta-te, vamos daqui. O inimigo te expulsou da terra do paraíso; eu, porém, já não te coloco no paraíso mas num trono celeste. O inimigo afastou de ti a árvore, símbolo da vida; eu, porém, que sou a vida, estou agora junto de ti. Constituí anjos que, como servos, te guardassem; ordeno agora que eles te adorem como Deus, embora não sejas Deus. Está preparado o trono dos querubins, prontos e a postos os mensageiros, constituído o leito nupcial, preparado o banquete, as mansões e os tabernáculos eternos adornados, abertos os tesouros de todos os bens e o reino dos céus preparado para ti desde toda a eternidade.'”


[De uma antiga Homilia no grande Sábado Santo (séc IV), de um autor grego desconhecido - Da Liturgia das Horas – II leitura do Sábado Santo]


Sábado Santo


 Reflexão com o Padre Ignacio Camarena, LC no Sábado Santo.

Jesus desce à mansão dos mortos


Voltemos à noite do Sábado Santo. No Credo professamos a respeito do caminho de Cristo: “Desceu à mansão dos mortos”. O que acontece então? Visto que não conhecemos o mundo da morte, podemos representar este processo de superação da morte somente com imagens que permanecem sempre pouco apropriadas.
 Porém, com toda a sua insuficiência, elas nos ajudam a entender algo do mistério. A liturgia aplica à descida de Jesus na noite da morte a palavra do Sl 24 [23]: “Levantai, ó pórticos, os vossos frontais, levantai-vos, ó pórticos eternos!” A porta da morte está fechada, ninguém dali pode voltar para trás. Não existe uma chave para esta porta férrea.
Cristo, porém, possui a chave. A sua Cruz abre de par em par as portas da morte, as portas irrevogáveis. Elas agora já não são intransponíveis. A sua Cruz, a radicalidade do seu amor é a chave que abre esta porta. O amor d’Aquele que, sendo Deus, se fez homem para poder morrer – este amor tem a força para abrir esta porta. Este amor é mais forte que a morte. Os ícones pascais da Igreja oriental mostram como Cristo entra no mundo dos mortos. A sua veste é luz, porque Deus é luz. “A noite é clara como o dia, as trevas são como a luz” (cf. Sl 139 [138], 12). Jesus que entra no mundo dos mortos leva os estigmas: as suas feridas, os seus padecimentos tornaram-se poder, são amor que vence a morte.
 Ele encontra Adão e todos os homens que esperam na noite da morte. À sua vista parece até ouvir a oração de Jonas: “Clamei a vós do meio da morada dos mortos, e ouvistes a minha voz” (Jn 2, 3). O Filho de Deus na encarnação fez-se uma só coisa com o ser humano – com Adão. Mas só naquele momento, em que cumpre o extremo ato de amor descendo na noite da morte, Ele cumpre o caminho da encarnação. Com a sua morte Ele leva Adão pela mão, leva todos os homens em expectativa para a luz.
Contudo, agora, pode-se perguntar: Mas o que significa esta imagem? Que novidade realmente aconteceu ali através de Cristo? Sendo a alma do homem por si própria imortal desde a criação, qual foi a novidade que Cristo trouxe?
 Sim, a alma é imortal, porque o homem de forma singular está na memória e no amor de Deus, mesmo depois da sua queda. Mas a sua força não basta para elevar-se até Deus. Não temos asas que poderiam levar-nos até aquela altura. Porém, nada pode contentar o homem eternamente, se não o estar com Deus.
 Uma eternidade sem esta união com Deus seria uma condenação. O homem não consegue chegar ao alto, mas deseja-o: “Clamei a vós…” Só o Cristo ressuscitado pode elevar-nos até à união com Deus, onde nossas forças não podem chegar.
 Ele carrega realmente a ovelha perdida sobre os seus ombros e a leva para casa. Vivemos sustentados pelo seu Corpo, e em comunhão com o seu Corpo alcançamos o coração de Deus. E só assim a morte é vencida, somos livres e nossa vida é esperança.

Bento XVI

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