Mostrando postagens com marcador PHN. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PHN. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Pecado e restauração


O projeto de Deus é um projeto de vida. A vida se traduz, entre outras coisas, na justiça que gera a paz. Nesse caso, a serpente representa a tentação humana de se desviar do que é reto e bom e se deixar levar por interesses fugazes, que são agradáveis somente na aparência.


Jesus realiza a justiça do Reino vencendo a tentação da abundância, prestígio e poder. Podemos nós também vencer a tentação do acúmulo e do poder. Pode- mos realizar a justiça do Reino. Deus nos deu discernimento, sabedoria e fortaleza, só que, às vezes nos deixamos levar por nosso lado fraco.

O Apóstolo Paulo afirma que o Batismo é o nascimento para uma vida nova, pois é participação na morte e ressurreição de Jesus. Com isso, desapare- ce o “Adão”, marcado pela ganância e autossuficiência, para dar lugar à nova maneira de ver e sentir a vida humana, baseada na fraternidade e na justiça, que geram a paz.

O tempo da graça é infinitamente superior ao regime da escravidão e da morte, pois “não acontece com a graça o mesmo que acontece com a falta. Portanto, se pela falta de um só, todos morreram, com maior razão se espalhou sobre todos com abundância, a graça de Deus e o dom concedido em um só homem, Jesus Cristo”.

Cada um de nós traz Adão na sua carne. Ele é nosso pai, irmão e filho ao mesmo tempo, pois também nos deixamos submeter pela autossuficiência e ganância. Contudo, o Batismo, que é participação na morte e ressurreição de Jesus, fez de nós gente nova. Isso não é mérito nosso, é fruto da solidariedade de Jesus, que, com sua morte, justificou-nos, fazendo-nos passar da morte à vida.

A solidariedade de Jesus para conosco e a nossa para com Ele abriu o caminho para a fraternidade universal. Fraternidade sem justiça é mentira e paz sem justiça é impossível.

Podemos restaurar as nossas faltas, abandonando o velho homem, o “Adão” que existe em nós e seguindo o exemplo de Cristo, Nosso Redentor.

Escrito por: DOM EURICO DOS SANTOS VELOSO
(ARCEBISPO EMÉRITO DE JUIZ DE FORA, MG)

domingo, 6 de novembro de 2011

A vocação à santidade - Solenidade de Todos os Santos


Encontramos hoje, na liturgia da palavra, uma boa resposta para a pergunta "Quem são os santos?". Isto, dá-nos o salmo que rezamos em resposta à primeira leitura (cf. Ap 7,2-4.9-14): “Eis a geração que o buscam, que buscam a tua face, ó Deus de Jacó”. Santos são aqueles que buscam a face de Deus. Muitos têm a ideia de que os santos sejam pessoas extraordinárias, fenomenais, que estabeleceram algum tipo de trabalho ou algum tipo de milagre em sua vida. Mas, na realidade, são pessoas que não se cansaram de buscar a Deus e seu rosto e, talvez por isso, é que algumas pessoas têm realmente feito coisas extraordinárias. Por isso são bem-aventurados, são felizes!

Este é o caminho para o qual nos conduz o apóstolo São Paulo em sua Carta aos Filipenses, que por ele são chamados de santos em Cristo Jesus... Buscar a sua face é concordar com Jesus, que é o único que nos faz santos; é dar tudo em nossas vidas para acolher esta santidade – cada cristão é santo em Cristo Jesus porque vive numa vinculação original, radical e substancial com o seu Senhor.

Esta busca do rosto de Deus ajuda a entender melhor que a santidade é uma viagem, um caminho. É responsavelmente acolher os aspectos da vida, mesmo nos menos convidativos... nos momentos do pranto, da dor, da incompreensão, do sofrimento, do vazio...

A santidade é vocação para todos: recordemos aqui as preocupações do Beato João Paulo II, que dizia isso ao beatificar e canonizar tantos irmãos e irmãs. Nesse caso a imagem da primeira leitura pode nos ajudar: “Apareceu uma grande multidão que ninguém podia contar, de toda nação, tribo, raça e língua”.  Contar todas as pessoas que foram e são santas é impossível, porque seria como tentar medir a misericórdia de Deus, pois a misericórdia de Deus não conhece limites. Mateus, no Evangelho das Bem-Aventuranças (cf. Mt 5,1-12a) enfatiza o fato de Jesus sentar-se, ou seja, o ato de ensinar, falar como um mestre.

O Concílio Ecumênico Vaticano II já recordava a vocação universal a que todos somos chamados: a santidade! Em união com a Igreja triunfante (na comunhão dos santos), peçamos ao Pai que os membros da Igreja peregrina se comprometam com a sua vocação à santidade. Que em cada família os pais, ao abençoarem seus filhos, desejem que os mesmos sejam santos, que vivam a vocação a que foram chamados, buscando a face de Deus em todos que deles se aproximarem. Vivamos, pois, a santidade, cada qual em seu estado, e possamos, como nos ensinou o papa Bento XVI, levar essa direção como meta de vida:
“A Solenidade de Todos os Santos é a ocasião propícia para elevar o olhar das realidades terrenas, dispersas pelo tempo, à dimensão de Deus, a dimensão da eternidade e da santidade”. O papa então enfatizou que a solenidade de todos os santos “nos recorda que a santidade é a vocação originária de cada batizado” e “que todos os membros do Povo de Deus são chamados a ser santos, segundo a afirmação do apóstolo Paulo ‘esta, de fato, é a vontade de Deus, a vossa santificação’ (1 Ts 4,3)”.

Sejamos santos e vivamos a santidade, do levantar e ao deitar, em casa, no trabalho, no lazer e na vida comunitária. Só vence as lutas cotidianas quem, se espelhando na imensidão de santos e santas, busca a comunhão nessa realidade temporal com a comunhão dos santos. Que todos os santos e santas de Deus nos ajudem a viver a santidade e a missão, amém!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O verdadeiro PHN: uma proposta de cara limpa

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Fuga das ocasiões de pecado

Um dos mais graves deveres da vida espiritual.


"Um sem número de cristãos se perde por não querer evitar as ocasiões de pecado. Quantas almas lá no inferno não se lastimam e queixam: Infeliz de mim! Se tivesse evitado aquela ocasião, não estaria agora condenado por toda a eternidade!"


I. Da obrigação de evitar as ocasiões perigosas
Um sem número de cristãos se perde por não querer evitar as ocasiões de pecado. Quantas almas lá no inferno não se lastimam e queixam: Infeliz de mim! Se tivesse evitado aquela ocasião, não estaria agora condenado por toda a eternidade!

Falando aqui da ocasião de pecado, temos em vista a ocasião próxima, pois deve-se distinguir entre ocasiões próximas e remotas. Ocasião remota é a que se nos depara em toda a parte e que raramente arrasta o homem ao pecado. Ocasião próxima é a que, por sua natureza, regularmente induz ao pecado. Por exemplo, achar-se-ia em ocasião próxima um jovem que muitas vezes e sem necessidade se entretêm com pessoas levianas de outro sexo. Ocasião próxima para uma certa pessoa é também aquela que já a arrastou muitas vezes ao pecado. Algumas ocasiões consideradas em si não são próximas, mas tornam-se tais, contudo, para uma determinada pessoa que, achando-se em semelhantes circunstâncias, já caiu muitas vezes em pecado em razão de suas más inclinações e hábitos. Portanto, o perigo não é igual nem o mesmo para todos.

O Espírito Santo diz: 'Quem ama o perigo nele perecerá' (Ecli 3, 27). Segundo S. Tomás, a razão disso é que Deus nos abandona no perigo quando a ele nos expomos deliberadamente ou dele não nos afastamos. São Bernardino de Siena diz que dentre todos os conselhos de Jesus Cristo, o mais importante e como que a base de toda a religião, é aquele pelo qual nos recomenda a fuga da ocasião de pecado.

Se fores, pois, tentado, e especialmente se te achares em ocasião próxima, acautela-te para não te deixares seduzir pelo tentador. O demônio deseja que se se entretenha com a tentação, porque então torna-se-lhe fácil a vitória. Deves, porém, fugir sem demora, invocar os santos nomes de Jesus e Maria, sem prestar atenção, nem sequer por um instante, ao inimigo que te tenta. S. Pedro nos afirma que o demônio rodeia cada alma para ver se a pode tragar: 'Vosso adversário, o demônio, vos rodeia como um leão que ruge, procurando a quem devorar' (I Ped 5, 8). São Cipriano, explicando essas palavras, diz que o demônio espreita uma porta por onde possa entrar na alma; logo que se oferece uma ocasião perigosa, diz consigo mesmo: 'eis a porta pela qual poderei entrar', e imediatamente sugere a tentação. Se então a alma se mostrar indolente para fugir da tentação, cairá seguramente, em especial se se tratar de um pecado impuro. É a razão por que ao demônio mais desagradam os propósitos de fugirmos das ocasiões de pecado, que as promessas de nunca mais ofendermos a Deus, porque as ocasiões não evitadas tornam-se como uma faixa que nos venda os olhos para não vermos as verdades eternas, as ilustrações divinas e as promessas feitas a Deus.

Quem estiver, porém, enredado em pecado contra a castidade, deverá, para o futuro, evitar não só a ocasião próxima, mas também a remota, enquanto possível, porque em tal se sentirá muito fraco para resistir. Não nos deixemos enganar pelo pretexto da ocasião ser necessária, como dizem os teólogos, e que por isso não estamos obrigados a evitá-la, pois Jesus Cristo disse: 'Se teu olho direito te escandaliza, arranca-o e lança-o de ti' (Mt 5, 29). Mesmo que seja teu olho direito deverás arrancá-lo e lançar fora de ti, para que não sejas condenado. Logo, deves fugir daquela ocasião, ainda que remota, já que, em razão de tua fraqueza, tornou-se ela uma ocasião próxima para ti.
Antes de tudo devemos estar convencidos que nós, revestidos de carne, não podemos por própria força guardar a castidade; só Deus, em Sua imensa bondade, nos poderá dar força para tanto.
É verdade que Deus atende a quem Lhe suplica, mas não poderá atender à oração daquele que conscientemente se expõe ao perigo e não o deixa, apesar de o conhecer, pois, como diz o Espírito Santo, quem ama o perigo perecerá nele.

Ó Deus, quantos cristãos existem que, apesar de levarem uma vida piedosa, caem finalmente e obstinam-se no pecado, só porque não querem evitar a ocasião próxima do pecado impuro. Por isso nos aconselha S. Paulo (Fil 2, 12): 'Com temor e tremor operai a vossa salvação'. Quem não teme e ousa expor-se às ocasiões perigosas, principalmente quando se trata do pecado impuro, dificilmente se salvará.

II. De algumas ocasiões que devemos evitar cuidadosamente
Como queremos salvar nossa alma, é nosso dever fugir da ocasião do pecado. Principalmente devemos abster-nos de contemplar pessoas que nos suscitam maus pensamentos. 'Pelos olhos entra a seta do amor impuro e fere a alma', diz S. Bernardo (De modo bene viv., c. 23), e essa seta, ferindo-a, tira-lhe a vida. O Espírito Santo dá-nos o conselho: 'Desviai vossos olhos de uma mulher adornada' (Ecli 9, 8).

Para se livrar de tentações impuras, um antigo filósofo arrancou os olhos. Nós, cristãos, não podemos assim proceder, mas devemos cegar-nos espiritualmente, desviando os olhos de objetos que possam ocasionar-nos tentações. São Luís Gonzaga nunca olhava para uma mulher e, mesmo em conversa com sua própria mãe, tinha os olhos postos no chão. É claro que o mesmo perigo existe para mulheres que cravam seus olhares em homens.
Em segundo lugar, deve-se evitar todas as más companhias e as conversas e entretenimentos em que se divertem homens e mulheres. Com os santos te santificarás e com os perversos te perverterás. Anda com os bons e tornar-te-ás bom, anda com os desonestos e tornar-te-ás desonesto.

O homem toma os hábitos daqueles que convivem com ele, diz São Tomás de Aquino. Se estiveres metido numa conversação perigosa, que não possas abandonar, segue o conselho do Espírito Santo: Cerca teus ouvidos de espinhos para que os pensamentos impuros dos outros não achem neles entrada. Quando São Bernardino de Siena, ainda pequeno, ouvia uma palavra desonesta, sentia o rubor subir à sua face, e por isso seus companheiros tomavam cuidado para não pronunciar tais palavras em sua presença. E Santo Estanislau Kostka sentia tal asco ao ouvir tais palavras, que perdia os sentidos.

Quando ouvires alguém conversando sobre coisas impuras, volta-lhe as costas e foge. Assim costumava proceder São Edmundo. Havendo uma vez abandonado seus companheiros por estarem conversando sobre coisas desonestas, encontrou-se com um jovem extraordinariamente belo, que lhe disse: Deus te abençoe, caríssimo. Ao que o Santo perguntou, admirado: Quem és tu? Ele respondeu: Olha para minha fronte e lerás meu nome. Edmundo levantou os olhos e leu: Jesus Nazareno, Rei dos Judeus. Com isso Nosso Senhor desapareceu e o Santo sentiu uma alegria celestial em seu coração.

Achando-te em companhia de rapazes que conversam sobre coisas desonestas e, não podendo retirar-te, não lhes dês atenção, volta-lhes o rosto e dá-lhes a conhecer que tais conversas te desagradam.
Deves também abster-te de considerar quadros menos decentes. São Carlos Borromeu proibiu a todos os pais de família conservarem tais quadros em suas casas. Deves igualmente evitar a leitura de maus livros, revistas e jornais, e não só dos que tratam ostensivamente de coisas imorais, como também dos que tratam de histórias insinuantes, como certos poetas e romancistas.
Vós, pais de famílias, proibi a vossos filhos a leitura de romances: estes causam muitas vezes maiores danos que os livros propriamente imorais, porque deixam nos corações dos jovens certas más impressões que lhes roubam a devoção e os induzem ao pecado. São Boaventura diz (De inst. nov., p. 1 , c. 14): 'Leituras vãs produzem pensamentos vãos e destroem a devoção'. Dai a vossos filhos livros espirituais, como a história eclesiástica, ou vidas de santos e semelhantes.

Proibi a vossos filhos representar um papel qualquer em comédia inconveniente e mesmo a assistência a representações imorais. 'Quem foi casto para o teatro, de lá volta manchado', diz São Cipriano. Se para lá se dirigiu aquele jovem ou aquela donzela, em estado de graça, de lá voltam ambos em estado de pecado. Proibi também a vossos filhos a ida a certas festas, que são festas do demônio, nas quais há danças, namoros, canções impudicas, gracejos e divertimentos perigosos. Onde há danças, celebra-se uma festa do demônio, diz Santo Efrém.

Mas que há de ruim quando se graceja? dirá alguém. Esses tais gracejos não são gracejos, mas crimes, responde São João Crisóstomo, são graves ofensas contra Deus. Um companheiro do padre João Vitellio, contra a vontade deste servo de Deus, se dirigiu uma vez para um tal divertimento em Nórcia. Que lhe aconteceu? Perdeu primeiramente a graça de Deus, entregou-se em seguida a uma vida desregrada e foi finalmente assassinado por seu próprio irmão.

Poderás aqui perguntar-me se é pecado mortal namorar. Responderei a essa pergunta na segunda parte, c. 6, § IV. Aqui só direi que tais namoros tornam-se ocasião próxima do pecado. A experiência ensina que em tais casos só poucos deixam de pecar. Se não pecam já no começo, caem no decorrer do tempo. No princípio se entretêm só por mútua inclinação; esta torna-se, porém, em breve, paixão, e a paixão, uma vez arraigada, cega o espírito e arrasta a muitos pecados de pensamentos, palavras e obras.

III. Fúteis objeções contra as sobreditas verdades
Objetar-me-ás: Mudei duma vez de vida; não tenho nenhuma má intenção, nem mesmo uma tentação quando vou visitar fulana ou sicrana. Respondo: Conta-se que há uma espécie de ursos que caçam macacos: ao avistar o urso, fogem estes para as árvores. Mas que faz o urso? Deita-se debaixo da árvore e faz-se de morto. Descem os macacos com esse engano e então, de um salto, captura-os e devora-os. É o que pratica o demônio: representa a tentação como morta, e assim que desceres, isto é, logo que te expuseres ao perigo, desperta-a de novo, e ela te tragará. Oh! Quantos cristãos, que se davam ao exercício da oração e da comunhão e, mesmo, levavam uma vida santa, não caíram nas garras do demônio, porque se expuseram ao perigo.

  A história eclesiástica narra que uma mulher mui piedosa se ocupava em obras de caridade e, em especial, em enterrar os corpos dos Santos Mártires. Encontrando uma vez o corpo de um mártir que ainda dava sinais de vida, levou-o para sua casa, curou-o e o mártir restabeleceu-se. Mas que aconteceu? Por causa da ocasião próxima, esses dois santos – pois esse nome mereciam – primeiramente perderam a graça de Deus e depois a Fé.

Mas a visita àquela casa, a continuação daquela amizade, me traz proveitos, dizes. Sim, porém, se notares que ‘aquela casa é o caminho para o inferno’ (Prov 7, 27), nenhum proveito te trará, e tu a deves deixar se desejas ser feliz. Mesmo que fosse teu olho direito a causa da perdição, deverias arrancá-lo e lançá-lo longe de ti, diz o Senhor. Nota as palavras: lança-o de ti, não deves deixá-lo perto, mas repeli-lo para longe, isto é, deves evitar por completo a ocasião. – Mas daquela pessoa nada tenho a temer, pois ela é tão devota – dizes. A isso responde São Francisco de Assis: O demônio tenta diferentemente os cristãos piedosos que se deram inteiramente a Deus e os que levam uma vida desregrada. Ele não procura prendê-los com uma corda já no princípio; contenta-se com um cabelo, servindo-se então de um fio e, finalmente, de uma corda, arrastando-os ao pecado.

Quem quiser ser preservado deste perigo deve já no começo evitar todos os fios, todas as ocasiões, quer sejam saudações, quer presentes.

Ainda uma observação importante: Um penitente que nunca evitou seriamente as ocasiões perigosas, nas quais tem regularmente caído em pecado mortal, apesar de todas as suas confissões, deverá fazer uma confissão geral, visto terem sido inválidas as confissões feitas em tal estado, em razão da falta de propósito de evitar a ocasião próxima. O mesmo se deve dizer a respeito dos que confessam seus pecados, mas nunca deram sinal de emenda, continuando logo depois da confissão a cometer os mesmos pecados, sem empregar nenhum meio contra a queda. Só uma confissão geral poderá trazer-lhes garantia e tranqüilidade, servindo de base para uma verdadeira emenda; feita a confissão, poderão encetar uma vida nova e perfeita, pois os maiores pecadores, como acima provamos, poderão, com a graça de Deus, alcançar a perfeição.”

(Santo Afonso Maria de Ligório, Escola da Perfeição Cristã,Compilação de textos do Santo Doutor pelo padre Saint-Omer, CSSR, IV Edição, Editora Vozes, Petrópolis: 1955, páginas 44-48)     

Fonte: Frente Universitária Lepanto, um grupo de universitários católicos.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Todos podem ser santos!!

Em santidade, em santidade, em santidade sobre a Terra eu devo andar
Em santidade, em santidade, em santidade, Tua graça posso alcançar
E romper com as trevas
Como posso eu querer que a bênção venha sobre minha casa?
Como posso esperar que meus sonhos e meus planos aconteçam?
Como irei compreender?
Se minha vida passa longe da verdade que eu ouvi
Se os meus passos, já não tocam os caminhos que aprendi
Meu argumento me empobrece e me faz pensar assim
Que estou tão certo e é perfeito, o meu jeito de servir
Digo que amo minha Igreja e o chamado que atendi
Mas já não ouço os conselhos e a Palavra que há em mim
Sonho que um dia a Boa Nova se espalhe até os confins
Mas sem santidade, sem fidelidade, toda obra ruma ao fim
Em santidade, em santidade, em santidade sobre a Terra eu devo andar
Em santidade, em santidade, em santidade, Tua graça posso alcançar
E romper com as trevas
Como posso eu querer que a bênção venha sobre minha casa?
Como posso esperar que meus sonhos e meus planos aconteçam?
Quando irei compreender?







Solenidade de todos os santos

Curta a página do Grupo Jovem Aliança no Facebook:

Siga o Blog também!

Tags

2012 A favor da vida A Luz tão Imensa que nos Cega a.C. ou d.C. Acampamento de Oração na Comunidade CN aconteceu Acreditar na juventude Adão Advento amigo Ano da fé Ano Novo Aos pés da cruz Ave Basta uma Palavra Batismo Bento XVI Carnaval2012 Castidade catecismo jovem Celebramos neste mês... Céu Chiara Ciencia e fé conexão Confirmação conversão Crisma Crisma 2012 Crismados cura e libertação DEUS Deus nos envia a anunciar dignoeocordeiro.tumblr Dom Orani Dos Sermões de São Lourenço de Brindisi Epfania do Senhor Epifania Espírito Santo Estou com Deus? EU TENHO UM CHAMADO Evangelizando na Internet exorcismo Família Frassati Geração Y Igreja JMJ JMJ-Rio2013 Jovem Aliança - JA Leitura de Hoje LogoJMJ Maio mês de Maria Missão Música No dia-a-dia... Nossa Missão é evangelizar Nossa Senhora O Imenso Amor do Pai o que um sacerdote representa para o homem Oitavas de Natal Oração Papa para impactar esta geração foi que eu nasci Paresia Pe Pio Pecado PHN Pregação/Homilia Quaresma que os santos sejam pessoas que todos sejam um Recomeço Recomeço é Conversão redes sociais Religião Retiros e Eventos Revolução Jesus Rio2013 Sacerdote sacramento SANTIDADE Santo Agostinho Santo do Dia Santo Efrém São Sebastião 2012 São Tomas de Aquino SÉCULO XXI Semana da Unidade dos cristãos Semana Santa Ser Católico Ser Jovem Ser Santo sem deixar de ser Jovem Superstição Testemunho Todos os santos Verdadeiro Sentido do Natal Video vocação WEBTVCN ao vivo Youcat