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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Primeira quinta-feira do mês é dia de... Intercessão dos jovens pelos sacerdotes!!!!

Homens de carne e osso, com uma história e com uma missão, com um chamado, pregar o Evangelho, levar a Boa Noticia da Salvação aos quatro cantos da terra. Levar o amor, a esperança, a fé ao povo de Deus. Esses são os sacerdotes, homens amigos de Deus e amigos nossos que o Senhor envia como pastores à frente de seu povo. 




E nós, como jovens amigos de Deus podemos nos colocar na presença de Deus pelos sacerdotes. Precisamos ser jovens cada vez mais de Deus e cada vez mais íntimos dele através da oração, precisamos nos dispor a orar pelas famílias, pelos jovens, para que cada vez Deus nos faça mais santos.


A cada primeira quinta-feira do mês, guarde bem esta data, TODA PRIMEIRA QUINTA-FEIRA de cada mês desde a JMJ que aconteceu em Madri no ano passado, nós temos no reunido na presença de Jesus sacramentado, o adorando, para orar do nosso jeitinho, do jeito jovem, mas que não deixa a espiritualidade de lado, mas que consegue na correria do dia-a-dia, no meio dos afazeres da semana arranjar um momentinho para estar com nosso amigo e Senhor. Oramos por uma causa bem específica, os sacerdotes, que contam com nossas orações. A cada encontro tem sido mais especial. 


Neste mês de forma especial, o encontro de intercessão dos jovens pelos sacerdotes será no cerco de Jericó que como de costume em nossa paróquia, começou no dia 1 e irá até o dia 7 deste mês. Será um encontro único!!! Sinta-se convidado! 


Convide seus amigos para juntos estamos neste momento especial da presença de Deus!


Será hoje (3 de maio) às 19:30hs. Para quem ainda não conhece, a paróquia fica na rua Adriano nº 158 Méier, Rio de Janeiro, RJ. 


Nos encontraremos lá! 
Grande abraço!


Saiba o que acontece na paróquia, horários, fotos e mais através da Página: facebook.com/NSFatimaRTS  Curta e compartilhe! #VivaEsteRecomeco

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Os padres do naufrágio do Titanic...


Você conhece os padres do naufrágio do Titanic?

O lendário caso do Titanic ainda hoje é lembrado com muita curiosidade, sobretudo em nossos dias, quando completam-se 100 anos do naufrágio.
Dentre as várias histórias contadas pelos sobreviventes há uma sobre três sacerdotes que por distintos motivos encontravam-se a bordo do imenso navio na noite em que este colidiu com um iceberg. 
Pe. Juozas Montvila, Pe. Joseph Peruschitz e Pe. Thomas Byles..jpg
Pe. Juozas Montvila, Pe. Joseph Peruschitz
e Pe. Thomas Byles
Os presbíteros heroicamente ajudaram os passageiros a subirem nos botes salva-vidas e ministraram os sacramentos as vítimas do desastre.
Padre Juozas Montvila
O mais jovem dos três nasceu em 1885 na Lituânia, e era chamado de Padre Juozas Montvila. Dirigia-se aos Estados Unidos para servir às comunidades de imigrantes lituanos em Nova York ou em Massachusetts.
Segundo depoimentos de sobreviventes, o sacerdote “seguiu o seu chamado até o fim”, oferecendo sua vida para ajudar outros passageiros a salvarem as suas. Até hoje ele é considerado um herói na Lituânia.
Padre Joseph Peruschitz
Outro presbítero presente no Titanic era um alemão pertencente a Ordem de São Bento. Padre Joseph Peruschitz viajava para os Estados Unidos para assumir a função de diretor da escola preparatória dos beneditinos em Collegeville, Minnesota.
Ele, a exemplo de seus dois irmãos de vocação, ouviu confissões e celebrou a Santa Missa diariamente.
Um dos sobreviventes declarou que enquanto seu bote afastava-se do navio, ele avistou os sacerdotes rezando a oração do Rosário junto os que haviam permanecido a bordo do Titanic.( Cena retratada no filme “Titanic”)
Padre Thomas Byles
O terceiro sacerdote viajava à América do Norte afim de presidir o casamento de seu irmão Willian. Padre Thomas Byles encontrava-se rezando o breviário no momento da colisão do Titanic.
No momento em que o navio começava a afundar, o que não tardou a acontecer, o sacerdote britânico, que possuia uma grande liderança e valor, rezou o Ato de Contrição junto aos fiéis que ajoelhados aguardavam a absolvição de seus pecados.
Salvo pela obediência
Pitoresca é a história do seminarista jesuíta Francis Browne, que viajou a bordo do Titanic, mas apesar de ter conhecido um casal de milionários que se comprometeu a financiar sua viagem até Nova York, teve que desistir dela e abandonar o navio no último porto europeu que o Titanic aportou, antes de seguir viagem aos Estados Unidos.
Um telegrama endereçado ao jovem seminarista dizia: “Saia já desse navio!”. Graças a “Santa Obediência” ele salvou-se da catástrofe. O Padre Browne guardou essa correspondência em sua carteira até o último dia de sua vida.
O sacerdote tornou-se capelão das forças irlandesas durante a I Guerra Mundial. Durante esse período demonstrou grande valor, recebendo várias condecorações, na qual se destaca a Cruz Militar.
ACI.
Comunidade Shalom

A essência do cristão é a alegria | Bento XVI


 A humildade e o senso de humor do Papa Bento XVI.

“A alegria profunda do coração é, também, a verdadeira suposição do ‘humor’, assim o humor, em certo aspecto, é um indicador, um barômetro da fé”. (Bento XVI)

Andrea Monda, graduado pela Pontifícia Universidade Gregoriana e professor de religião nos liceus de Roma. Ele escreve para vários jornais e é autor de escritos dedicados a Tolkien e a C. S. Lewis.
Ao traçar o perfil do PapaAndrea Monda coloca decididamente, no centro da questão, duas de suas virtudes: a humildade “e seu fruto mais apetecível”, o humor: 

“São duas palavras que encontram na raiz “húmus”, terra, uma etimologia comum. Aquele que é “terra”, aquele que não se ensoberbece, é ao mesmo tempo humilde e dotado de humor, porque indica que existe um mundo maior que seu próprio euQue, que para além deste mundo, existe Alguém que é ainda maior. Humildade e humor são o segredo da vida, sobretudo para um católico, e são um dos traços que caracterizam, em máximo grau, o homemJoseph Ratzinger – Bento XVI, não menos que sua obra”.

Ao traçar o perfil do PapaAndrea Monda coloca decididamente, no centro da questão, duas de suas virtudes: a humildade “e seu fruto mais apetecível”, o humor: 
“São duas palavras que encontram na raiz “húmus”, terra, uma etimologia comum. Aquele que é “terra”, aquele que não se ensoberbece, é ao mesmo tempo humilde e dotado de humor, porque indica que existe um mundo maior que seu próprio euQue, que para além deste mundo, existe Alguém que é ainda maior. Humildade e humor são o segredo da vida, sobretudo para um católico, e são um dos traços que caracterizam, em máximo grau, o homemJoseph Ratzinger – Bento XVI, não menos que sua obra”.

“São duas palavras que encontram na raiz “húmus”, terra, uma etimologia comum. Aquele que é “terra”, aquele que não se ensoberbece, é ao mesmo tempo humilde e dotado de humor, porque indica que existe um mundo maior que seu próprio euQue, que para além deste mundo, existe Alguém que é ainda maior. Humildade e humor são o segredo da vida, sobretudo para um católico, e são um dos traços que caracterizam, em máximo grau, o homemJoseph Ratzinger – Bento XVI, não menos que sua obra”.
Partimos de uma das numerosas afirmações do Papa, sobre a importância da alegria para o cristão, e tratamos de aplicá-la a e ele, que se apresentou, assim que foi elevado ao papado, como humilde trabalhador na vinha do Senhor”. É uma frase extraída do livro-entrevista “Luz do mundo” e, colocada quase no início, soa categórica: “Toda a minha vida sempre esteve atravessada por um fio condutor, que é o seguinte: o cristianismo da alegria expande os horizontes. Em definitivo, uma existência vivida sempre e somente “contra”, seria insuportável”.

Primeiro ponto: alegria e razão estão ligadas. A ligação se encontra nesta surpreendente religião que “amplia os horizontes”. Falando de sua conversão, Chesterton escreveu: “tornar-se um católico alarga a mente”, e mais adiante diz: “tornar-se um católico não significa deixar de pensar, mas aprender a fazê-lo”.

No segundo ponto, uma surpresa: talvez estivéssemos habituados à ideia de um Papa revolucionário, de um Papa“contra”, mas eis que ele vem repentinamente desmentir, porque não se pode viver “sempre e somente ‘contra’”.

Obviamente, a contraposição é somente aparente. Na mesma frase, mais adiante, o Papa se define, efetivamente, de forma precisa: “Porém, ao mesmo tempo tenho sempre presente, embora em diferente medida, que o Evangelho se encontra na oposição às constelações poderosas [...] Suportar ataques e opor resistência faz, efetivamente, parte do jogo; é uma resistência, porém, que tende a trazer à luz o que há de positivo”.

Resistência, então, quer dizer abandono de toda resignação, lamento ou ressentimento, e caminho em busca paciente e tenaz do “que há de positivo”, busca dessa bondade que está escondida nas vergas da história dos homens. Esta é a coragem de Bento, a coragem da alegria.

“A alegria simples, genuína, tem se tornado muito rara. A alegria está hoje, de certa maneira, cada vez mais carregada de hipóteses morais e ideológicas. [...]. O mundo não se converte em algo melhor se fica privado da alegria, o mundo tem necessidade de pessoas que descubram o bem, que sejam capazes, por essa razão, de experimentar alegria, e que, deste modo, recebam também o estímulo e o valor para fazer o bem. [...] Temos necessidade dessa confiança originária que, em última instância, só a fé pode proporcionar: que, em definitivo, o mundo é bom, que Deus existe e é bom. Daqui deriva também a coragem da alegria, que, por sua vez, se converte no compromisso para que os demais possam também se alegrar e receberem a boa notícia”.

Humildade quer dizer valentia: a valentia da alegria.

Alegria e humildade progridem ou retrocedem da mão. Chesterton havia entendido bem isto, em seu breve, porém denso ensaio, de 1901, sobre a humildade:

“Segundo a nova filosofia da autoestima e da autoafirmação, a humildade é um vício. [...] Ela acompanha toda grande alegria da vida, com a precisão do mecanismo de um relógio. Por exemplo, ninguém jamais esteve apaixonado sem abandonar-se a uma verdadeira e própria orgia de humildade. [...] Se hoje a humildade está sendo desacreditada como virtude, não será de tudo supérfluo observar que este descrédito coincide com a grande regressão da alegria na literatura e na filosofia contemporâneas. [...] Quando somos genuinamente felizes, pensamos que não merecemos a felicidade. Porém, quando pretendemos uma emancipação divina, parece que tínhamos a certeza absoluta de não merecer nada”.

Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.

Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:

“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.

Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.

O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:

“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.

Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.

Partimos de uma das numerosas afirmações do Papa, sobre a importância da alegria para o cristão, e tratamos de aplicá-la a e ele, que se apresentou, assim que foi elevado ao papado, como “humilde trabalhador na vinha do Senhor”. É uma frase extraída do livro-entrevista “Luz do mundo” e, colocada quase no início, soa categórica: “Toda a minha vida sempre esteve atravessada por um fio condutor, que é o seguinte: o cristianismo da alegria expande os horizontes. Em definitivo, uma existência vivida sempre e somente “contra”, seria insuportável”.
Primeiro ponto: alegria e razão estão ligadas. A ligação se encontra nesta surpreendente religião que “amplia os horizontes”. Falando de sua conversão, Chesterton escreveu: “tornar-se um católico alarga a mente”, e mais adiante diz: “tornar-se um católico não significa deixar de pensar, mas aprender a fazê-lo”.

No segundo ponto, uma surpresa: talvez estivéssemos habituados à ideia de um Papa revolucionário, de um Papa“contra”, mas eis que ele vem repentinamente desmentir, porque não se pode viver “sempre e somente ‘contra’”.

Obviamente, a contraposição é somente aparente. Na mesma frase, mais adiante, o Papa se define, efetivamente, de forma precisa: “Porém, ao mesmo tempo tenho sempre presente, embora em diferente medida, que o Evangelho se encontra na oposição às constelações poderosas [...] Suportar ataques e opor resistência faz, efetivamente, parte do jogo; é uma resistência, porém, que tende a trazer à luz o que há de positivo”.

Resistência, então, quer dizer abandono de toda resignação, lamento ou ressentimento, e caminho em busca paciente e tenaz do “que há de positivo”, busca dessa bondade que está escondida nas vergas da história dos homens. Esta é a coragem de Bento, a coragem da alegria.

“A alegria simples, genuína, tem se tornado muito rara. A alegria está hoje, de certa maneira, cada vez mais carregada de hipóteses morais e ideológicas. [...]. O mundo não se converte em algo melhor se fica privado da alegria, o mundo tem necessidade de pessoas que descubram o bem, que sejam capazes, por essa razão, de experimentar alegria, e que, deste modo, recebam também o estímulo e o valor para fazer o bem. [...] Temos necessidade dessa confiança originária que, em última instância, só a fé pode proporcionar: que, em definitivo, o mundo é bom, que Deus existe e é bom. Daqui deriva também a coragem da alegria, que, por sua vez, se converte no compromisso para que os demais possam também se alegrar e receberem a boa notícia”.

Humildade quer dizer valentia: a valentia da alegria.

Alegria e humildade progridem ou retrocedem da mão. Chesterton havia entendido bem isto, em seu breve, porém denso ensaio, de 1901, sobre a humildade:

“Segundo a nova filosofia da autoestima e da autoafirmação, a humildade é um vício. [...] Ela acompanha toda grande alegria da vida, com a precisão do mecanismo de um relógio. Por exemplo, ninguém jamais esteve apaixonado sem abandonar-se a uma verdadeira e própria orgia de humildade. [...] Se hoje a humildade está sendo desacreditada como virtude, não será de tudo supérfluo observar que este descrédito coincide com a grande regressão da alegria na literatura e na filosofia contemporâneas. [...] Quando somos genuinamente felizes, pensamos que não merecemos a felicidade. Porém, quando pretendemos uma emancipação divina, parece que tínhamos a certeza absoluta de não merecer nada”.

Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.

Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:

“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.

Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.

O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:

“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.

Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.

Primeiro ponto: alegria e razão estão ligadas. A ligação se encontra nesta surpreendente religião que “amplia os horizontes”. Falando de sua conversão, Chesterton escreveu: “tornar-se um católico alarga a mente”, e mais adiante diz: “tornar-se um católico não significa deixar de pensar, mas aprender a fazê-lo”.
No segundo ponto, uma surpresa: talvez estivéssemos habituados à ideia de um Papa revolucionário, de um Papa“contra”, mas eis que ele vem repentinamente desmentir, porque não se pode viver “sempre e somente ‘contra’”.

Obviamente, a contraposição é somente aparente. Na mesma frase, mais adiante, o Papa se define, efetivamente, de forma precisa: “Porém, ao mesmo tempo tenho sempre presente, embora em diferente medida, que o Evangelho se encontra na oposição às constelações poderosas [...] Suportar ataques e opor resistência faz, efetivamente, parte do jogo; é uma resistência, porém, que tende a trazer à luz o que há de positivo”.

Resistência, então, quer dizer abandono de toda resignação, lamento ou ressentimento, e caminho em busca paciente e tenaz do “que há de positivo”, busca dessa bondade que está escondida nas vergas da história dos homens. Esta é a coragem de Bento, a coragem da alegria.

“A alegria simples, genuína, tem se tornado muito rara. A alegria está hoje, de certa maneira, cada vez mais carregada de hipóteses morais e ideológicas. [...]. O mundo não se converte em algo melhor se fica privado da alegria, o mundo tem necessidade de pessoas que descubram o bem, que sejam capazes, por essa razão, de experimentar alegria, e que, deste modo, recebam também o estímulo e o valor para fazer o bem. [...] Temos necessidade dessa confiança originária que, em última instância, só a fé pode proporcionar: que, em definitivo, o mundo é bom, que Deus existe e é bom. Daqui deriva também a coragem da alegria, que, por sua vez, se converte no compromisso para que os demais possam também se alegrar e receberem a boa notícia”.

Humildade quer dizer valentia: a valentia da alegria.

Alegria e humildade progridem ou retrocedem da mão. Chesterton havia entendido bem isto, em seu breve, porém denso ensaio, de 1901, sobre a humildade:

“Segundo a nova filosofia da autoestima e da autoafirmação, a humildade é um vício. [...] Ela acompanha toda grande alegria da vida, com a precisão do mecanismo de um relógio. Por exemplo, ninguém jamais esteve apaixonado sem abandonar-se a uma verdadeira e própria orgia de humildade. [...] Se hoje a humildade está sendo desacreditada como virtude, não será de tudo supérfluo observar que este descrédito coincide com a grande regressão da alegria na literatura e na filosofia contemporâneas. [...] Quando somos genuinamente felizes, pensamos que não merecemos a felicidade. Porém, quando pretendemos uma emancipação divina, parece que tínhamos a certeza absoluta de não merecer nada”.

Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.

Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:

“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.

Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.

O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:

“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.

Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.

No segundo ponto, uma surpresa: talvez estivéssemos habituados à ideia de um Papa revolucionário, de um Papa“contra”, mas eis que ele vem repentinamente desmentir, porque não se pode viver “sempre e somente ‘contra’”.
Obviamente, a contraposição é somente aparente. Na mesma frase, mais adiante, o Papa se define, efetivamente, de forma precisa: “Porém, ao mesmo tempo tenho sempre presente, embora em diferente medida, que o Evangelho se encontra na oposição às constelações poderosas [...] Suportar ataques e opor resistência faz, efetivamente, parte do jogo; é uma resistência, porém, que tende a trazer à luz o que há de positivo”.

Resistência, então, quer dizer abandono de toda resignação, lamento ou ressentimento, e caminho em busca paciente e tenaz do “que há de positivo”, busca dessa bondade que está escondida nas vergas da história dos homens. Esta é a coragem de Bento, a coragem da alegria.

“A alegria simples, genuína, tem se tornado muito rara. A alegria está hoje, de certa maneira, cada vez mais carregada de hipóteses morais e ideológicas. [...]. O mundo não se converte em algo melhor se fica privado da alegria, o mundo tem necessidade de pessoas que descubram o bem, que sejam capazes, por essa razão, de experimentar alegria, e que, deste modo, recebam também o estímulo e o valor para fazer o bem. [...] Temos necessidade dessa confiança originária que, em última instância, só a fé pode proporcionar: que, em definitivo, o mundo é bom, que Deus existe e é bom. Daqui deriva também a coragem da alegria, que, por sua vez, se converte no compromisso para que os demais possam também se alegrar e receberem a boa notícia”.

Humildade quer dizer valentia: a valentia da alegria.

Alegria e humildade progridem ou retrocedem da mão. Chesterton havia entendido bem isto, em seu breve, porém denso ensaio, de 1901, sobre a humildade:

“Segundo a nova filosofia da autoestima e da autoafirmação, a humildade é um vício. [...] Ela acompanha toda grande alegria da vida, com a precisão do mecanismo de um relógio. Por exemplo, ninguém jamais esteve apaixonado sem abandonar-se a uma verdadeira e própria orgia de humildade. [...] Se hoje a humildade está sendo desacreditada como virtude, não será de tudo supérfluo observar que este descrédito coincide com a grande regressão da alegria na literatura e na filosofia contemporâneas. [...] Quando somos genuinamente felizes, pensamos que não merecemos a felicidade. Porém, quando pretendemos uma emancipação divina, parece que tínhamos a certeza absoluta de não merecer nada”.

Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.

Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:

“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.

Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.

O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:

“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.

Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.

Obviamente, a contraposição é somente aparente. Na mesma frase, mais adiante, o Papa se define, efetivamente, de forma precisa: “Porém, ao mesmo tempo tenho sempre presente, embora em diferente medida, que o Evangelho se encontra na oposição às constelações poderosas [...] Suportar ataques e opor resistência faz, efetivamente, parte do jogo; é uma resistência, porém, que tende a trazer à luz o que há de positivo”.
Resistência, então, quer dizer abandono de toda resignação, lamento ou ressentimento, e caminho em busca paciente e tenaz do “que há de positivo”, busca dessa bondade que está escondida nas vergas da história dos homens. Esta é a coragem de Bento, a coragem da alegria.

“A alegria simples, genuína, tem se tornado muito rara. A alegria está hoje, de certa maneira, cada vez mais carregada de hipóteses morais e ideológicas. [...]. O mundo não se converte em algo melhor se fica privado da alegria, o mundo tem necessidade de pessoas que descubram o bem, que sejam capazes, por essa razão, de experimentar alegria, e que, deste modo, recebam também o estímulo e o valor para fazer o bem. [...] Temos necessidade dessa confiança originária que, em última instância, só a fé pode proporcionar: que, em definitivo, o mundo é bom, que Deus existe e é bom. Daqui deriva também a coragem da alegria, que, por sua vez, se converte no compromisso para que os demais possam também se alegrar e receberem a boa notícia”.

Humildade quer dizer valentia: a valentia da alegria.

Alegria e humildade progridem ou retrocedem da mão. Chesterton havia entendido bem isto, em seu breve, porém denso ensaio, de 1901, sobre a humildade:

“Segundo a nova filosofia da autoestima e da autoafirmação, a humildade é um vício. [...] Ela acompanha toda grande alegria da vida, com a precisão do mecanismo de um relógio. Por exemplo, ninguém jamais esteve apaixonado sem abandonar-se a uma verdadeira e própria orgia de humildade. [...] Se hoje a humildade está sendo desacreditada como virtude, não será de tudo supérfluo observar que este descrédito coincide com a grande regressão da alegria na literatura e na filosofia contemporâneas. [...] Quando somos genuinamente felizes, pensamos que não merecemos a felicidade. Porém, quando pretendemos uma emancipação divina, parece que tínhamos a certeza absoluta de não merecer nada”.

Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.

Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:

“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.

Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.

O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:

“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.

Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.

Resistência, então, quer dizer abandono de toda resignação, lamento ou ressentimento, e caminho em busca paciente e tenaz do “que há de positivo”, busca dessa bondade que está escondida nas vergas da história dos homens. Esta é a coragem de Bento, a coragem da alegria.
“A alegria simples, genuína, tem se tornado muito rara. A alegria está hoje, de certa maneira, cada vez mais carregada de hipóteses morais e ideológicas. [...]. O mundo não se converte em algo melhor se fica privado da alegria, o mundo tem necessidade de pessoas que descubram o bem, que sejam capazes, por essa razão, de experimentar alegria, e que, deste modo, recebam também o estímulo e o valor para fazer o bem. [...] Temos necessidade dessa confiança originária que, em última instância, só a fé pode proporcionar: que, em definitivo, o mundo é bom, que Deus existe e é bom. Daqui deriva também a coragem da alegria, que, por sua vez, se converte no compromisso para que os demais possam também se alegrar e receberem a boa notícia”.

Humildade quer dizer valentia: a valentia da alegria.

Alegria e humildade progridem ou retrocedem da mão. Chesterton havia entendido bem isto, em seu breve, porém denso ensaio, de 1901, sobre a humildade:

“Segundo a nova filosofia da autoestima e da autoafirmação, a humildade é um vício. [...] Ela acompanha toda grande alegria da vida, com a precisão do mecanismo de um relógio. Por exemplo, ninguém jamais esteve apaixonado sem abandonar-se a uma verdadeira e própria orgia de humildade. [...] Se hoje a humildade está sendo desacreditada como virtude, não será de tudo supérfluo observar que este descrédito coincide com a grande regressão da alegria na literatura e na filosofia contemporâneas. [...] Quando somos genuinamente felizes, pensamos que não merecemos a felicidade. Porém, quando pretendemos uma emancipação divina, parece que tínhamos a certeza absoluta de não merecer nada”.

Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.

Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:

“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.

Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.

O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:

“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.

Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.

“A alegria simples, genuína, tem se tornado muito rara. A alegria está hoje, de certa maneira, cada vez mais carregada de hipóteses morais e ideológicas. [...]. O mundo não se converte em algo melhor se fica privado da alegria, o mundo tem necessidade de pessoas que descubram o bem, que sejam capazes, por essa razão, de experimentar alegria, e que, deste modo, recebam também o estímulo e o valor para fazer o bem. [...] Temos necessidade dessa confiança originária que, em última instância, só a fé pode proporcionar: que, em definitivo, o mundo é bom, que Deus existe e é bom. Daqui deriva também a coragem da alegria, que, por sua vez, se converte no compromisso para que os demais possam também se alegrar e receberem a boa notícia”.
Humildade quer dizer valentia: a valentia da alegria.

Alegria e humildade progridem ou retrocedem da mão. Chesterton havia entendido bem isto, em seu breve, porém denso ensaio, de 1901, sobre a humildade:

“Segundo a nova filosofia da autoestima e da autoafirmação, a humildade é um vício. [...] Ela acompanha toda grande alegria da vida, com a precisão do mecanismo de um relógio. Por exemplo, ninguém jamais esteve apaixonado sem abandonar-se a uma verdadeira e própria orgia de humildade. [...] Se hoje a humildade está sendo desacreditada como virtude, não será de tudo supérfluo observar que este descrédito coincide com a grande regressão da alegria na literatura e na filosofia contemporâneas. [...] Quando somos genuinamente felizes, pensamos que não merecemos a felicidade. Porém, quando pretendemos uma emancipação divina, parece que tínhamos a certeza absoluta de não merecer nada”.

Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.

Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:

“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.

Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.

O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:

“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.

Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.

Humildade quer dizer valentia: a valentia da alegria.
Alegria e humildade progridem ou retrocedem da mão. Chesterton havia entendido bem isto, em seu breve, porém denso ensaio, de 1901, sobre a humildade:

“Segundo a nova filosofia da autoestima e da autoafirmação, a humildade é um vício. [...] Ela acompanha toda grande alegria da vida, com a precisão do mecanismo de um relógio. Por exemplo, ninguém jamais esteve apaixonado sem abandonar-se a uma verdadeira e própria orgia de humildade. [...] Se hoje a humildade está sendo desacreditada como virtude, não será de tudo supérfluo observar que este descrédito coincide com a grande regressão da alegria na literatura e na filosofia contemporâneas. [...] Quando somos genuinamente felizes, pensamos que não merecemos a felicidade. Porém, quando pretendemos uma emancipação divina, parece que tínhamos a certeza absoluta de não merecer nada”.

Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.

Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:

“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.

Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.

O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:

“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.

Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.

Alegria e humildade progridem ou retrocedem da mão. Chesterton havia entendido bem isto, em seu breve, porém denso ensaio, de 1901, sobre a humildade:
“Segundo a nova filosofia da autoestima e da autoafirmação, a humildade é um vício. [...] Ela acompanha toda grande alegria da vida, com a precisão do mecanismo de um relógio. Por exemplo, ninguém jamais esteve apaixonado sem abandonar-se a uma verdadeira e própria orgia de humildade. [...] Se hoje a humildade está sendo desacreditada como virtude, não será de tudo supérfluo observar que este descrédito coincide com a grande regressão da alegria na literatura e na filosofia contemporâneas. [...] Quando somos genuinamente felizes, pensamos que não merecemos a felicidade. Porém, quando pretendemos uma emancipação divina, parece que tínhamos a certeza absoluta de não merecer nada”.

Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.

Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:

“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.

Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.

O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:

“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.

Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.

“Segundo a nova filosofia da autoestima e da autoafirmação, a humildade é um vício. [...] Ela acompanha toda grande alegria da vida, com a precisão do mecanismo de um relógio. Por exemplo, ninguém jamais esteve apaixonado sem abandonar-se a uma verdadeira e própria orgia de humildade. [...] Se hoje a humildade está sendo desacreditada como virtude, não será de tudo supérfluo observar que este descrédito coincide com a grande regressão da alegria na literatura e na filosofia contemporâneas. [...] Quando somos genuinamente felizes, pensamos que não merecemos a felicidade. Porém, quando pretendemos uma emancipação divina, parece que tínhamos a certeza absoluta de não merecer nada”.
Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.

Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:

“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.

Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.

O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:

“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.

Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.

Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.
Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:

“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.

Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.

O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:

“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.

Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.

Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:
“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.

Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.

O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:

“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.

Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.

“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.
Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.

O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:

“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.

Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.

Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.
O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:

“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.

Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.

O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:
“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.

Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.

“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.
Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.

Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.

Site Chiesa
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O texto foi extraído do último capítulo do livro, publicado pelo autor, sobre Bento XVI: “Benedetta umiltà. Le virtù semplici di Joseph Ratzinger”, Lindau, Torino, 2012.

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