Este foi o primeiro campeonato de Futsal CHAMA JOVEM. Os times eram Paroquia Nossa Senhora da Conceição e São José, Paróquia Imaculada Conceição e São Sebastião, Santo Antonio e Nossa Senhora de Fátima. Com muita vibração e animação as torcidas em união torciam pelos times de suas paróquias. O troféu foi para o time Nossa Senhora de Fátima. Mas todos são vencedores. Aguarde que em breve terá a segunda edição do Campeonato de Futsal CHAMA JOVEM.
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terça-feira, 15 de maio de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
Vem Espírito Santo!
...A Tua Luz acendeu em meu coração e eu pude ver em meio a escuridão Tua presença, Tua Fidelidade, Graça e Amor me levantaram outra vez, me deram forças e prosseguirei.
Irei contigo onde quer que fores meu Senhor. O Teu Chamado cumprirei na Alegria ou na dor. E toda vez que eu chorar ou quiser desanimar o Teu Espírito me consolará...
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| Celebração da Crisma de 2011. |
Uma grande expectativa... Os anjos começam a afinar os instrumentos e a ensaiar os cantos no Céu, os santos com alegria se confraternizam. O Céu está em festa, dentro de pouco mais de 48 horas mais uma turma de jovens (144 jovens) e adultos (40 adultos) serão crismados em nossa Paróquia.
![]() |
| Missa de encerramento do retiro para jovens Jovem Levanta-te. Março / 2012. |
Sexta-feira eles entraram em retiro e domingo serão crismados! A cerimonia será presidida pelo nosso querido Arcebispo Dom Orani João, no Colégio Nossa Senhora da Piedade, av. Amaro Cavalcante 2.591 - Encantado - às 18horas. Todos estão convidados.
Peço a Deus que como Saulo (primeira leitura de sexta-feira, At 9, 1-20) estes sejam os dias de mudança de vida, de conversão e encontro pessoal com Jesus, Amigo, Mestre e Ressuscitado.
É tempo de clamarmos o Espírito Santo para que estes jovens e adultos se abram à Graça do Espirito Santo, que é derramado com largueza sobre aqueles que pedem. Que eles estejam preparados para receber este Sacramento tão importante, que com esta maturidade espiritual a cada dia sejam mais santos e mais cheio do Espírito Santo.
Contamos com a presença de todos os amigos, paroquianos, crismados, crismandos, enfim, todo o povo de Deus está mais do que convidado, está convocado!
Parabéns crismandos!
Nos encontraremos lá!
Um grande abraço.
Vem Espírito Santo!
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Diz o que você escuta e eu te direi quem você é!
Passeando pela internet li este texto
que fala de um assunto muito atual e importante para nossa vida e nossa
espiritualidade, mas que com muita tristeza preciso dizer, as pessoas tem se
fingido de cegas para esse assunto e dizem isso
não é bem assim, eu escuto
de tudo menos funk... E por aí vai. No comodismo dizem não concordar com
isso, mas devemos ser a diferença que queremos ver no mundo, não é mais tempo de sermos crianças na fé,
precisamos ser maduros. Recomece em seu playlist...
Você já parou para analisar a playlist das músicas mais tocadas dos
últimos tempos? Meu irmão, o que é aquilo?! Tudo bem, somos jovens, somos
movidos por música, mas não somos obrigados a escutar qualquer coisa só porque
está na “moda”. Tão pensando que nossos ouvidos são o que?
A música tem uma força absurda! Os sons, os ritmos,
as mensagens, somadas a toda carga de sensibilidade, penetram e atingem o nosso
inconsciente. Não sejamos ingênuos! Toda música afeta a nossa vida, por mais
simples que ela seja.
Parece que a música “encarna” em nós. “Diz o
que você escuta e eu te digo quem você é!” Não tem jeito! O que escutamos está
diretamente ligado com aquilo que buscamos. Por isso, não tem como viver uma
vida nova em Deus e continuar escutando uma música incoerente com o que
acreditamos. Uma vida nova nos faz cantar uma canção nova. Não tem jeito! Se “a
boca fala daquilo que o coração está cheio” (Mt 12,34), poderíamos também
dizer: a boca canta o que está no coração!
Mas como escolher que música escutar? Precisamos ser ativos diante das
músicas e não somente sairmos escutando qualquer coisa. O que você escuta não
pode ir contra o que você acredita, o que você busca. Se você luta pela
castidade, como vai sair cantando por aí: “ai se eu te pego!”? Toma vergonha!
Precisamos nos perguntar, “Afinal de contas, o que estou buscando com essa
música? O que estou tentando preencher em mim? O que estou tentando esconder?”.
Nós fomos criados para o céu. E no céu vai ter música, muita música!
“Estavam diante do trono (…) e cantavam um cântico novo” (cf. Ap 14,3). Só
poderemos cantar um cântico novo, se vivemos uma vida nova. Monsenhor Jonas há
muito tempo nos ensina: “Somos feitos para cantar
a glória de Deus. Precisamos ensaiar desde agora. Logo, logo, o Maestro virá e
não tardará!”.
Texto do blog do @renancn, comunidade Canção Nova.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
A essência do cristão é a alegria | Bento XVI
A humildade e o senso de humor do Papa Bento XVI.

“A alegria profunda do coração é, também, a verdadeira suposição do ‘humor’, assim o humor, em certo aspecto, é um indicador, um barômetro da fé”. (Bento XVI)
Andrea Monda, graduado pela Pontifícia Universidade Gregoriana e professor de religião nos liceus de Roma. Ele escreve para vários jornais e é autor de escritos dedicados a Tolkien e a C. S. Lewis.
Ao traçar o perfil do Papa, Andrea Monda coloca decididamente, no centro da questão, duas de suas virtudes: a humildade “e seu fruto mais apetecível”, o humor:
“São duas palavras que encontram na raiz “húmus”, terra, uma etimologia comum. Aquele que é “terra”, aquele que não se ensoberbece, é ao mesmo tempo humilde e dotado de humor, porque indica que existe um mundo maior que seu próprio eu. Que, que para além deste mundo, existe Alguém que é ainda maior. Humildade e humor são o segredo da vida, sobretudo para um católico, e são um dos traços que caracterizam, em máximo grau, o homemJoseph Ratzinger – Bento XVI, não menos que sua obra”.
Ao traçar o perfil do Papa, Andrea Monda coloca decididamente, no centro da questão, duas de suas virtudes: a humildade “e seu fruto mais apetecível”, o humor:
“São duas palavras que encontram na raiz “húmus”, terra, uma etimologia comum. Aquele que é “terra”, aquele que não se ensoberbece, é ao mesmo tempo humilde e dotado de humor, porque indica que existe um mundo maior que seu próprio eu. Que, que para além deste mundo, existe Alguém que é ainda maior. Humildade e humor são o segredo da vida, sobretudo para um católico, e são um dos traços que caracterizam, em máximo grau, o homemJoseph Ratzinger – Bento XVI, não menos que sua obra”.
“São duas palavras que encontram na raiz “húmus”, terra, uma etimologia comum. Aquele que é “terra”, aquele que não se ensoberbece, é ao mesmo tempo humilde e dotado de humor, porque indica que existe um mundo maior que seu próprio eu. Que, que para além deste mundo, existe Alguém que é ainda maior. Humildade e humor são o segredo da vida, sobretudo para um católico, e são um dos traços que caracterizam, em máximo grau, o homemJoseph Ratzinger – Bento XVI, não menos que sua obra”.
Partimos de uma das numerosas afirmações do Papa, sobre a importância da alegria para o cristão, e tratamos de aplicá-la a e ele, que se apresentou, assim que foi elevado ao papado, como “humilde trabalhador na vinha do Senhor”. É uma frase extraída do livro-entrevista “Luz do mundo” e, colocada quase no início, soa categórica: “Toda a minha vida sempre esteve atravessada por um fio condutor, que é o seguinte: o cristianismo da alegria expande os horizontes. Em definitivo, uma existência vivida sempre e somente “contra”, seria insuportável”.
Primeiro ponto: alegria e razão estão ligadas. A ligação se encontra nesta surpreendente religião que “amplia os horizontes”. Falando de sua conversão, Chesterton escreveu: “tornar-se um católico alarga a mente”, e mais adiante diz: “tornar-se um católico não significa deixar de pensar, mas aprender a fazê-lo”.
No segundo ponto, uma surpresa: talvez estivéssemos habituados à ideia de um Papa revolucionário, de um Papa“contra”, mas eis que ele vem repentinamente desmentir, porque não se pode viver “sempre e somente ‘contra’”.
Obviamente, a contraposição é somente aparente. Na mesma frase, mais adiante, o Papa se define, efetivamente, de forma precisa: “Porém, ao mesmo tempo tenho sempre presente, embora em diferente medida, que o Evangelho se encontra na oposição às constelações poderosas [...] Suportar ataques e opor resistência faz, efetivamente, parte do jogo; é uma resistência, porém, que tende a trazer à luz o que há de positivo”.
Resistência, então, quer dizer abandono de toda resignação, lamento ou ressentimento, e caminho em busca paciente e tenaz do “que há de positivo”, busca dessa bondade que está escondida nas vergas da história dos homens. Esta é a coragem de Bento, a coragem da alegria.
“A alegria simples, genuína, tem se tornado muito rara. A alegria está hoje, de certa maneira, cada vez mais carregada de hipóteses morais e ideológicas. [...]. O mundo não se converte em algo melhor se fica privado da alegria, o mundo tem necessidade de pessoas que descubram o bem, que sejam capazes, por essa razão, de experimentar alegria, e que, deste modo, recebam também o estímulo e o valor para fazer o bem. [...] Temos necessidade dessa confiança originária que, em última instância, só a fé pode proporcionar: que, em definitivo, o mundo é bom, que Deus existe e é bom. Daqui deriva também a coragem da alegria, que, por sua vez, se converte no compromisso para que os demais possam também se alegrar e receberem a boa notícia”.
Humildade quer dizer valentia: a valentia da alegria.
Alegria e humildade progridem ou retrocedem da mão. Chesterton havia entendido bem isto, em seu breve, porém denso ensaio, de 1901, sobre a humildade:
“Segundo a nova filosofia da autoestima e da autoafirmação, a humildade é um vício. [...] Ela acompanha toda grande alegria da vida, com a precisão do mecanismo de um relógio. Por exemplo, ninguém jamais esteve apaixonado sem abandonar-se a uma verdadeira e própria orgia de humildade. [...] Se hoje a humildade está sendo desacreditada como virtude, não será de tudo supérfluo observar que este descrédito coincide com a grande regressão da alegria na literatura e na filosofia contemporâneas. [...] Quando somos genuinamente felizes, pensamos que não merecemos a felicidade. Porém, quando pretendemos uma emancipação divina, parece que tínhamos a certeza absoluta de não merecer nada”.
Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.
Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:
“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.
Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.
O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:
“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.
Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.
Partimos de uma das numerosas afirmações do Papa, sobre a importância da alegria para o cristão, e tratamos de aplicá-la a e ele, que se apresentou, assim que foi elevado ao papado, como “humilde trabalhador na vinha do Senhor”. É uma frase extraída do livro-entrevista “Luz do mundo” e, colocada quase no início, soa categórica: “Toda a minha vida sempre esteve atravessada por um fio condutor, que é o seguinte: o cristianismo da alegria expande os horizontes. Em definitivo, uma existência vivida sempre e somente “contra”, seria insuportável”.
Primeiro ponto: alegria e razão estão ligadas. A ligação se encontra nesta surpreendente religião que “amplia os horizontes”. Falando de sua conversão, Chesterton escreveu: “tornar-se um católico alarga a mente”, e mais adiante diz: “tornar-se um católico não significa deixar de pensar, mas aprender a fazê-lo”.
No segundo ponto, uma surpresa: talvez estivéssemos habituados à ideia de um Papa revolucionário, de um Papa“contra”, mas eis que ele vem repentinamente desmentir, porque não se pode viver “sempre e somente ‘contra’”.
Obviamente, a contraposição é somente aparente. Na mesma frase, mais adiante, o Papa se define, efetivamente, de forma precisa: “Porém, ao mesmo tempo tenho sempre presente, embora em diferente medida, que o Evangelho se encontra na oposição às constelações poderosas [...] Suportar ataques e opor resistência faz, efetivamente, parte do jogo; é uma resistência, porém, que tende a trazer à luz o que há de positivo”.
Resistência, então, quer dizer abandono de toda resignação, lamento ou ressentimento, e caminho em busca paciente e tenaz do “que há de positivo”, busca dessa bondade que está escondida nas vergas da história dos homens. Esta é a coragem de Bento, a coragem da alegria.
“A alegria simples, genuína, tem se tornado muito rara. A alegria está hoje, de certa maneira, cada vez mais carregada de hipóteses morais e ideológicas. [...]. O mundo não se converte em algo melhor se fica privado da alegria, o mundo tem necessidade de pessoas que descubram o bem, que sejam capazes, por essa razão, de experimentar alegria, e que, deste modo, recebam também o estímulo e o valor para fazer o bem. [...] Temos necessidade dessa confiança originária que, em última instância, só a fé pode proporcionar: que, em definitivo, o mundo é bom, que Deus existe e é bom. Daqui deriva também a coragem da alegria, que, por sua vez, se converte no compromisso para que os demais possam também se alegrar e receberem a boa notícia”.
Humildade quer dizer valentia: a valentia da alegria.
Alegria e humildade progridem ou retrocedem da mão. Chesterton havia entendido bem isto, em seu breve, porém denso ensaio, de 1901, sobre a humildade:
“Segundo a nova filosofia da autoestima e da autoafirmação, a humildade é um vício. [...] Ela acompanha toda grande alegria da vida, com a precisão do mecanismo de um relógio. Por exemplo, ninguém jamais esteve apaixonado sem abandonar-se a uma verdadeira e própria orgia de humildade. [...] Se hoje a humildade está sendo desacreditada como virtude, não será de tudo supérfluo observar que este descrédito coincide com a grande regressão da alegria na literatura e na filosofia contemporâneas. [...] Quando somos genuinamente felizes, pensamos que não merecemos a felicidade. Porém, quando pretendemos uma emancipação divina, parece que tínhamos a certeza absoluta de não merecer nada”.
Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.
Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:
“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.
Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.
O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:
“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.
Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.
Primeiro ponto: alegria e razão estão ligadas. A ligação se encontra nesta surpreendente religião que “amplia os horizontes”. Falando de sua conversão, Chesterton escreveu: “tornar-se um católico alarga a mente”, e mais adiante diz: “tornar-se um católico não significa deixar de pensar, mas aprender a fazê-lo”.
No segundo ponto, uma surpresa: talvez estivéssemos habituados à ideia de um Papa revolucionário, de um Papa“contra”, mas eis que ele vem repentinamente desmentir, porque não se pode viver “sempre e somente ‘contra’”.
Obviamente, a contraposição é somente aparente. Na mesma frase, mais adiante, o Papa se define, efetivamente, de forma precisa: “Porém, ao mesmo tempo tenho sempre presente, embora em diferente medida, que o Evangelho se encontra na oposição às constelações poderosas [...] Suportar ataques e opor resistência faz, efetivamente, parte do jogo; é uma resistência, porém, que tende a trazer à luz o que há de positivo”.
Resistência, então, quer dizer abandono de toda resignação, lamento ou ressentimento, e caminho em busca paciente e tenaz do “que há de positivo”, busca dessa bondade que está escondida nas vergas da história dos homens. Esta é a coragem de Bento, a coragem da alegria.
“A alegria simples, genuína, tem se tornado muito rara. A alegria está hoje, de certa maneira, cada vez mais carregada de hipóteses morais e ideológicas. [...]. O mundo não se converte em algo melhor se fica privado da alegria, o mundo tem necessidade de pessoas que descubram o bem, que sejam capazes, por essa razão, de experimentar alegria, e que, deste modo, recebam também o estímulo e o valor para fazer o bem. [...] Temos necessidade dessa confiança originária que, em última instância, só a fé pode proporcionar: que, em definitivo, o mundo é bom, que Deus existe e é bom. Daqui deriva também a coragem da alegria, que, por sua vez, se converte no compromisso para que os demais possam também se alegrar e receberem a boa notícia”.
Humildade quer dizer valentia: a valentia da alegria.
Alegria e humildade progridem ou retrocedem da mão. Chesterton havia entendido bem isto, em seu breve, porém denso ensaio, de 1901, sobre a humildade:
“Segundo a nova filosofia da autoestima e da autoafirmação, a humildade é um vício. [...] Ela acompanha toda grande alegria da vida, com a precisão do mecanismo de um relógio. Por exemplo, ninguém jamais esteve apaixonado sem abandonar-se a uma verdadeira e própria orgia de humildade. [...] Se hoje a humildade está sendo desacreditada como virtude, não será de tudo supérfluo observar que este descrédito coincide com a grande regressão da alegria na literatura e na filosofia contemporâneas. [...] Quando somos genuinamente felizes, pensamos que não merecemos a felicidade. Porém, quando pretendemos uma emancipação divina, parece que tínhamos a certeza absoluta de não merecer nada”.
Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.
Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:
“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.
Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.
O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:
“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.
Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.
No segundo ponto, uma surpresa: talvez estivéssemos habituados à ideia de um Papa revolucionário, de um Papa“contra”, mas eis que ele vem repentinamente desmentir, porque não se pode viver “sempre e somente ‘contra’”.
Obviamente, a contraposição é somente aparente. Na mesma frase, mais adiante, o Papa se define, efetivamente, de forma precisa: “Porém, ao mesmo tempo tenho sempre presente, embora em diferente medida, que o Evangelho se encontra na oposição às constelações poderosas [...] Suportar ataques e opor resistência faz, efetivamente, parte do jogo; é uma resistência, porém, que tende a trazer à luz o que há de positivo”.
Resistência, então, quer dizer abandono de toda resignação, lamento ou ressentimento, e caminho em busca paciente e tenaz do “que há de positivo”, busca dessa bondade que está escondida nas vergas da história dos homens. Esta é a coragem de Bento, a coragem da alegria.
“A alegria simples, genuína, tem se tornado muito rara. A alegria está hoje, de certa maneira, cada vez mais carregada de hipóteses morais e ideológicas. [...]. O mundo não se converte em algo melhor se fica privado da alegria, o mundo tem necessidade de pessoas que descubram o bem, que sejam capazes, por essa razão, de experimentar alegria, e que, deste modo, recebam também o estímulo e o valor para fazer o bem. [...] Temos necessidade dessa confiança originária que, em última instância, só a fé pode proporcionar: que, em definitivo, o mundo é bom, que Deus existe e é bom. Daqui deriva também a coragem da alegria, que, por sua vez, se converte no compromisso para que os demais possam também se alegrar e receberem a boa notícia”.
Humildade quer dizer valentia: a valentia da alegria.
Alegria e humildade progridem ou retrocedem da mão. Chesterton havia entendido bem isto, em seu breve, porém denso ensaio, de 1901, sobre a humildade:
“Segundo a nova filosofia da autoestima e da autoafirmação, a humildade é um vício. [...] Ela acompanha toda grande alegria da vida, com a precisão do mecanismo de um relógio. Por exemplo, ninguém jamais esteve apaixonado sem abandonar-se a uma verdadeira e própria orgia de humildade. [...] Se hoje a humildade está sendo desacreditada como virtude, não será de tudo supérfluo observar que este descrédito coincide com a grande regressão da alegria na literatura e na filosofia contemporâneas. [...] Quando somos genuinamente felizes, pensamos que não merecemos a felicidade. Porém, quando pretendemos uma emancipação divina, parece que tínhamos a certeza absoluta de não merecer nada”.
Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.
Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:
“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.
Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.
O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:
“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.
Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.
Obviamente, a contraposição é somente aparente. Na mesma frase, mais adiante, o Papa se define, efetivamente, de forma precisa: “Porém, ao mesmo tempo tenho sempre presente, embora em diferente medida, que o Evangelho se encontra na oposição às constelações poderosas [...] Suportar ataques e opor resistência faz, efetivamente, parte do jogo; é uma resistência, porém, que tende a trazer à luz o que há de positivo”.
Resistência, então, quer dizer abandono de toda resignação, lamento ou ressentimento, e caminho em busca paciente e tenaz do “que há de positivo”, busca dessa bondade que está escondida nas vergas da história dos homens. Esta é a coragem de Bento, a coragem da alegria.
“A alegria simples, genuína, tem se tornado muito rara. A alegria está hoje, de certa maneira, cada vez mais carregada de hipóteses morais e ideológicas. [...]. O mundo não se converte em algo melhor se fica privado da alegria, o mundo tem necessidade de pessoas que descubram o bem, que sejam capazes, por essa razão, de experimentar alegria, e que, deste modo, recebam também o estímulo e o valor para fazer o bem. [...] Temos necessidade dessa confiança originária que, em última instância, só a fé pode proporcionar: que, em definitivo, o mundo é bom, que Deus existe e é bom. Daqui deriva também a coragem da alegria, que, por sua vez, se converte no compromisso para que os demais possam também se alegrar e receberem a boa notícia”.
Humildade quer dizer valentia: a valentia da alegria.
Alegria e humildade progridem ou retrocedem da mão. Chesterton havia entendido bem isto, em seu breve, porém denso ensaio, de 1901, sobre a humildade:
“Segundo a nova filosofia da autoestima e da autoafirmação, a humildade é um vício. [...] Ela acompanha toda grande alegria da vida, com a precisão do mecanismo de um relógio. Por exemplo, ninguém jamais esteve apaixonado sem abandonar-se a uma verdadeira e própria orgia de humildade. [...] Se hoje a humildade está sendo desacreditada como virtude, não será de tudo supérfluo observar que este descrédito coincide com a grande regressão da alegria na literatura e na filosofia contemporâneas. [...] Quando somos genuinamente felizes, pensamos que não merecemos a felicidade. Porém, quando pretendemos uma emancipação divina, parece que tínhamos a certeza absoluta de não merecer nada”.
Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.
Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:
“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.
Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.
O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:
“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.
Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.
Resistência, então, quer dizer abandono de toda resignação, lamento ou ressentimento, e caminho em busca paciente e tenaz do “que há de positivo”, busca dessa bondade que está escondida nas vergas da história dos homens. Esta é a coragem de Bento, a coragem da alegria.
“A alegria simples, genuína, tem se tornado muito rara. A alegria está hoje, de certa maneira, cada vez mais carregada de hipóteses morais e ideológicas. [...]. O mundo não se converte em algo melhor se fica privado da alegria, o mundo tem necessidade de pessoas que descubram o bem, que sejam capazes, por essa razão, de experimentar alegria, e que, deste modo, recebam também o estímulo e o valor para fazer o bem. [...] Temos necessidade dessa confiança originária que, em última instância, só a fé pode proporcionar: que, em definitivo, o mundo é bom, que Deus existe e é bom. Daqui deriva também a coragem da alegria, que, por sua vez, se converte no compromisso para que os demais possam também se alegrar e receberem a boa notícia”.
Humildade quer dizer valentia: a valentia da alegria.
Alegria e humildade progridem ou retrocedem da mão. Chesterton havia entendido bem isto, em seu breve, porém denso ensaio, de 1901, sobre a humildade:
“Segundo a nova filosofia da autoestima e da autoafirmação, a humildade é um vício. [...] Ela acompanha toda grande alegria da vida, com a precisão do mecanismo de um relógio. Por exemplo, ninguém jamais esteve apaixonado sem abandonar-se a uma verdadeira e própria orgia de humildade. [...] Se hoje a humildade está sendo desacreditada como virtude, não será de tudo supérfluo observar que este descrédito coincide com a grande regressão da alegria na literatura e na filosofia contemporâneas. [...] Quando somos genuinamente felizes, pensamos que não merecemos a felicidade. Porém, quando pretendemos uma emancipação divina, parece que tínhamos a certeza absoluta de não merecer nada”.
Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.
Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:
“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.
Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.
O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:
“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.
Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.
“A alegria simples, genuína, tem se tornado muito rara. A alegria está hoje, de certa maneira, cada vez mais carregada de hipóteses morais e ideológicas. [...]. O mundo não se converte em algo melhor se fica privado da alegria, o mundo tem necessidade de pessoas que descubram o bem, que sejam capazes, por essa razão, de experimentar alegria, e que, deste modo, recebam também o estímulo e o valor para fazer o bem. [...] Temos necessidade dessa confiança originária que, em última instância, só a fé pode proporcionar: que, em definitivo, o mundo é bom, que Deus existe e é bom. Daqui deriva também a coragem da alegria, que, por sua vez, se converte no compromisso para que os demais possam também se alegrar e receberem a boa notícia”.
Humildade quer dizer valentia: a valentia da alegria.
Alegria e humildade progridem ou retrocedem da mão. Chesterton havia entendido bem isto, em seu breve, porém denso ensaio, de 1901, sobre a humildade:
“Segundo a nova filosofia da autoestima e da autoafirmação, a humildade é um vício. [...] Ela acompanha toda grande alegria da vida, com a precisão do mecanismo de um relógio. Por exemplo, ninguém jamais esteve apaixonado sem abandonar-se a uma verdadeira e própria orgia de humildade. [...] Se hoje a humildade está sendo desacreditada como virtude, não será de tudo supérfluo observar que este descrédito coincide com a grande regressão da alegria na literatura e na filosofia contemporâneas. [...] Quando somos genuinamente felizes, pensamos que não merecemos a felicidade. Porém, quando pretendemos uma emancipação divina, parece que tínhamos a certeza absoluta de não merecer nada”.
Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.
Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:
“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.
Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.
O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:
“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.
Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.
Humildade quer dizer valentia: a valentia da alegria.
Alegria e humildade progridem ou retrocedem da mão. Chesterton havia entendido bem isto, em seu breve, porém denso ensaio, de 1901, sobre a humildade:
“Segundo a nova filosofia da autoestima e da autoafirmação, a humildade é um vício. [...] Ela acompanha toda grande alegria da vida, com a precisão do mecanismo de um relógio. Por exemplo, ninguém jamais esteve apaixonado sem abandonar-se a uma verdadeira e própria orgia de humildade. [...] Se hoje a humildade está sendo desacreditada como virtude, não será de tudo supérfluo observar que este descrédito coincide com a grande regressão da alegria na literatura e na filosofia contemporâneas. [...] Quando somos genuinamente felizes, pensamos que não merecemos a felicidade. Porém, quando pretendemos uma emancipação divina, parece que tínhamos a certeza absoluta de não merecer nada”.
Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.
Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:
“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.
Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.
O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:
“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.
Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.
Alegria e humildade progridem ou retrocedem da mão. Chesterton havia entendido bem isto, em seu breve, porém denso ensaio, de 1901, sobre a humildade:
“Segundo a nova filosofia da autoestima e da autoafirmação, a humildade é um vício. [...] Ela acompanha toda grande alegria da vida, com a precisão do mecanismo de um relógio. Por exemplo, ninguém jamais esteve apaixonado sem abandonar-se a uma verdadeira e própria orgia de humildade. [...] Se hoje a humildade está sendo desacreditada como virtude, não será de tudo supérfluo observar que este descrédito coincide com a grande regressão da alegria na literatura e na filosofia contemporâneas. [...] Quando somos genuinamente felizes, pensamos que não merecemos a felicidade. Porém, quando pretendemos uma emancipação divina, parece que tínhamos a certeza absoluta de não merecer nada”.
Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.
Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:
“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.
Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.
O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:
“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.
Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.
“Segundo a nova filosofia da autoestima e da autoafirmação, a humildade é um vício. [...] Ela acompanha toda grande alegria da vida, com a precisão do mecanismo de um relógio. Por exemplo, ninguém jamais esteve apaixonado sem abandonar-se a uma verdadeira e própria orgia de humildade. [...] Se hoje a humildade está sendo desacreditada como virtude, não será de tudo supérfluo observar que este descrédito coincide com a grande regressão da alegria na literatura e na filosofia contemporâneas. [...] Quando somos genuinamente felizes, pensamos que não merecemos a felicidade. Porém, quando pretendemos uma emancipação divina, parece que tínhamos a certeza absoluta de não merecer nada”.
Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.
Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:
“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.
Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.
O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:
“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.
Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.
Então, a alegria e a humildade permanecem ou caem juntas. Porém, falta uma pequena evidência que está muito presente no homem e no Papa bávaro: o humor.
Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:
“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.
Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.
O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:
“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.
Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.
Para Bento XVI, a alegria e humor estão estreitamente conectados. Como conclusão de seu ensaio de teologia dogmática, “O Deus de Jesus Cristo”, ele escreve:
“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.
Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.
O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:
“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.
Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.
“Uma das regras fundamentais para o discernimento espiritual, então, poderia ser a seguinte: onde falta a alegria, onde morre o humor, ali não está nem sequer o Espírito Santo, o Espírito de Jesus Cristo. E pelo contrário: a alegria é um sinal da graça. Quem está profundamente sereno, quem tem sofrido, sem por isso perder a alegria, esse não está longe do Deus do Evangelho, do Espírito de Deus, que é o Espírito da alegria eterna”.
Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.
O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:
“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.
Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.
Jacques Maritain dizia que uma sociedade que perde o sentido do humor, prepara seu próprio funeral.
O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:
“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.
Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.
O humor como o caminho para a alegria; o “sense of humour” como modo gracioso (no sentido mais sadio do termo) de viver a vida, partindo do ponto fundamental: a essência do cristão é a alegria. Para dizer com Chesterton, mestre do humor, “a alegria é o gigantesco segredo do cristão”. Escreve Bento XVI em “O sal da terra”:
“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.
Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.
“A fé dá alegria. Se Deus não está aqui, o mundo é uma desolação, e tudo se torna tedioso, cada coisa é totalmente insuficiente. [...] O elemento constitutivo do cristianismo é a alegria. Alegria não no sentido de uma diversão superficial, cujo conteúdo de fundo pode ser também a desesperação”.
Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.
Se o mundo volta às costas para Deus, nos disse o Papa-teólogo, não se condena a mentira, a blasfêmia e nem sequer a heresia, mas o aborrecimento. Vem-nos à mente a frase de Clive S. Lewis, pronunciada quando ainda não havia se convertido do ateísmo para o cristianismo: “Os cristãos estão equivocados, porém todos os demais são entediantes”.
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O texto foi extraído do último capítulo do livro, publicado pelo autor, sobre Bento XVI: “Benedetta umiltà. Le virtù semplici di Joseph Ratzinger”, Lindau, Torino, 2012.
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