quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Viva a Mãe de Deus e Nossa

Viva a mãe de Deus e nossa,
Sem pecado concebida!
Viva a Virgem Imaculada,
A Senhora Aparecida!
Aqui estão vossos devotos,
Cheios de fé incendida,
De conforto e de esperança,
Ó Senhora Aparecida!
Virgem santa, Virgem bela, 
Mãe amável, Mãe querida,
Amparai-nos, socorrei-nos,
Ó Senhora Aparecida.
Protegei a santa igreja,
Ó Mãe terna e compadecida,
Protegei a nossa Pátria,
Ó Senhora Aparecida!
Amparai todo o clero,
Em sua terrena lida,
Para o bem dos pecadores,
Ó Senhora Aparecida!

Encontro do Jovem Aliança - 09 de outubro

Vox Dei - Precisa-se de Santos


Precisa-se de gente com amor no coração
Gente que cante gente que dance gente que viva a oração
Que testemunhe com sua vida o amor que Deus tem por nós
Que cante alto, grite ao mundo, faça o povo ouvir sua voz
Precisamos de santos, jovens santos
Santos de calça jeans que bebem coca-cola e comem hot-dog
Precisamos de santos, jovens santos
Que levem Deus no coração, que semeiem a paz e que amem o irmão.
Santos vivem no mundo sem batina e sem véu
Trilhando seus caminhos em direção ao céu
Santos que evangelizam e louvam o Deus que é amor
Que transmitem a palavra até via computador
Namoro de jovem santo tem que ser santo também
Muito amor, fidelidade, a quem tanto ele quer bem
Consagrando a juventude e a pureza ao Senhor
Consagrando a castidade ao Deus que tanto nos amou
Precisa-se de santos no século XXI,
comprometidos com o mundo e com o bem de cada um

Que amem a Eucaristia e não se envergonhem de contar
Ao mundo a revolução que todos juntos vão cantar.
Santos que ouvem reggae, pop, samba, forró, cristãos
Nas ruas, com seus Ipods, cantam ao Deus que é perdão.
Vivem no mundo e no mundo não tem medo de viver
Pois o exemplo é Jesus Cristo e eu já sei quem quero ser...
Eu quero ser santo, jovem santo
Santo de calça jeans que bebe coca-cola e come hot-dog
Eu quero ser santo, jovem santo
Que leva Deus no coração, que semeia a paz e que ama o irmão.

Ser santo é ser humano
Muitos pensam que para ser santo é necessário deixar de ser gente.
Santificar-se é descobrir que o projeto de santidade ocorre com a ajuda do Espírito Santo, que move as diferentes pessoas nos diferentes tempos e faz uma obra maravilhosa. Move-nos em um movimento de felicidade. Porque ser santo é ser feliz.
A santidade é feita de momentos, do agora, de oportunidades, de encontros. Ao ler este artigo, você estará traçando um projeto de felicidade, pois poderia estar agora envolvido em outras mil e uma coisas, mas está aqui diante desta página confrontando-se com estas palavras.
O Espírito Santo plasma em nós todo o momento uma atitude santa. Uma atitude beata (beato=feliz).
Não negligencie a felicidade que Deus lhe concede. Felicidade é santidade. E não se trata de uma felicidade passageira, uma felicidade "fast food". Ela não é rápida como a internet de banda larga, mas compõe um projeto de continuidade, de começos, meios e fins.
Infelizmente, muitos pensam que para ser santo é necessário esquecer de ser gente e esquecer que a vida é projeto de bem-aventuranças (felicidade). Ser santo é ser gente na plenitude. É ser humano em tudo aquilo que comporta a palavra "humano".Jesus sempre fez este processo de humanização com as pessoas, fazendo-as tomarem posse de si mesmas e, assim, levando-as a si desporem. ser pessoa não é só completar o que somos e temos de melhor, mas descobrir e cultivar o que temos de melhor para o benefício dos outros. Isso é santidade. Santidade é ser melhor e não apenas "o melhor". Quer saber como ser santo? Faça bem todas as coisas. Leve Jesus para todos os lugares. Convide-O para estar em todos os lugares. Santidade não é fuga do mundo, mas transformação deste mundo. É saber que podemos deixar marcas de céu na vida de todos aqueles que estão ao nosso redor. Isso é ser santo. Fazer bem todas as coisas e amar. este é o segredo da santidade, a verdade de uma humanidade que vive na plenitude. O amor é tudo o que as pessoas procuram.
Não podemos desperdiçar nossa juventude. Devemos vivê-la intensamente, apostando tudo em Jesus e sendo gente, humanos. Sempre com a certeza de que é possível ser santo de calça jeans.

(Trecho do livro "Santos de Calça Jeans" Escrito por Adriano Gonçalves - Missão Revolução Jesus - Membro da Comunidade Canção Nova) 

terça-feira, 11 de outubro de 2011

As duas vias – dom Eduardo Benes

Só existem dois modos de estar no mundo. Ou se vive no amor, ou seja, na busca permanente da comunhão com os outros ou se vive no egoísmo, fazendo das pessoas instrumentos, meios para a satisfação dos próprios interesses. Os que professam a fé no Deus Uno e Trino estão convencidos de que as pessoas só são pessoas de verdade quando fazem sempre intensa comunhão com os outros.

 Deus é Três em Um só ou Um só em Três. Três pessoas, realmente distintas, na infinita comunhão de uma só natureza. Pessoa em Deus, ensina-nos a tradição cristã, é relação amorosa, de modo que as pessoas subsistem voltadas umas para as outras com a totalidade do próprio ser. Nada é de uma pessoa que não seja ao mesmo tempo da outra. A essa compreensão a tradição teológica chamou, em grego, de pericorese – e em latim, circuminsessão. A doação recíproca das pessoas faz com que cada pessoa esteja inteira na outra e se desfrutem uma da outra em eterna alegria. É próprio de todas as religiões ter um referencial transcendente e intocável, fonte e modelo de toda a realidade. O Deus Trindade é, no cristianismo, a origem de todas as coisas e o modelo, a causa exemplar, de todo o criado. Jesus afirmou: “Eu e o Pai somos Um”. E orou e deu a vida para que a humanidade pudesse espelhar em sua convivência o mistério de sua comunhão com o Pai no Espírito Santo: “Pai, que eles sejam Um como eu e tu somos Um e assim o mundo creia que me enviaste.” A experiência de Deus, no cristianismo, inspira um tipo de sociedade onde a realização do indivíduo-pessoa consiste precisamente nisto: viver um permanente processo de interação amorosa com os outros. A pessoa não é solidão, uma mônada isolada, mas é dinamismo de comunhão. Na relação reside a experiência da identidade, a alegria de ser alguém. “É dando que se recebe”. Ou a pessoa se volta para o outro em atitude de oferecimento ou ela está fadada irremediavelmente ao fracasso. A verdade de Deus – Uno e Trino – revela-nos nossa própria verdade. Ou vivemos em comunidade, em clima de participação amorosa e serviçal, ou seremos infelizes. Mesmo que muitos não o desejem, aqueles que experimentaram de verdade o Deus de Jesus Cristo estarão sempre buscando a comunhão com os outros até a morte, como Jesus mesmo o fez, como o testemunham suas palavras: “Pai, perdoai-lhes porque não sabem o que fazem”. O testemunho de comunhão é sinal distintivo do discípulo de Jesus. Por isso nos ensinou João Paulo II: “fazer da Igreja a casa e a escola da comunhão: eis o grande desafio que nos espera no milênio que começa, se quisermos ser fiéis ao desígnio de Deus e corresponder às expectativas mais profundas do mundo”.( n. 43).Ora, nosso mundo oscilou, no século passado, entre um individualismo exacerbado e um coletivismo sufocante. O individualismo egoísta se consolidou de forma cruel no capitalismo “selvagem”. A reação ao capitalismo foi a tentativa de impor, à força, um sistema de igualdade, como se as estruturas pudessem dar a vida. Hoje prevalece o individualismo cego que produz uma imensa e impiedosa exclusão. O cristianismo não propõe uma terceira via, ele propõe a via do amor, da solidariedade, assumida na convivência social, único jeito de dar vida às leis justas. Aqui e acolá ouço, quando me refiro a essa via, pessoas dizerem ser ingenuidade. O ponto de partida, entretanto, da construção social não pode ser o adágio “hobbiano”: “o homem é lobo para outro homem”. Os cristãos apostam na via do amor porque crêem que Deus não abandonou a humanidade, pelo contrário, veio a seu encontro em Cristo e pelo Espírito a conduz pelas vias do amor. Jesus nos enviou como cordeiros para o meio de lobos. Ele mesmo, o Cordeiro de Deus, ofereceu sua vida para que todos se tornassem cordeiros, amigos uns dos outros. Esta verdade obriga-nos – ó feliz dever! -, a nós cristãos, a apostar no diálogo e na cooperação como método e como realização dos ideais de justiça e de paz social. O bem não se impõe, propõe-se, em contexto de testemunho. Bento XVI ensinou-nos que não se evangeliza por proselitismo, mas por atração. A persistência no caminho do diálogo e do serviço desinteressado é que convence e multiplica os obreiros da justiça e da paz. Traem sua fé os cristãos que dizem acreditar na proposta do evangelho e se recusam a vivê-lo no terreno da política e no interior das instituições sociais. O que todos nós esperamos, e devemos agir em conseqüência, é que todas as instituições sociais, sobretudo as explicitamente educacionais, não só se estruturem para a comunhão, mas funcionem, pela adesão convicta das pessoas, em clima de diálogo e participação, motivadas pela sincera busca do bem de todos. Esse caminho exige conversão permanente. As tendências egoísticas e a volúpia do poder constituem para todos nós uma tentação permanente. È preciso acreditar no outro. O outro pode mudar. Mas para acreditar que o outro pode mudar, é preciso que eu mesmo tenha feito a experiência da mudança, pois o outro, eu o vejo com os meus olhos. Esse caminho não é tão rápido como o caminho das decisões não participadas, por ele o processo é mais lento, mas é o único caminho que, de fato, leva à construção da comunidade humana.

*Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues, 66 anos, é arcebispo de Sorocaba (SP)

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Comunidade Canção Nova e Arquidiocese Do Rio de Janeiro reunidos no "O Espírito Sopra onde quer"

Todos estamos convidados para neste domindo, 09 de outubro na Praça da Apoteose o evento "O Espírito Sopra onde quer". Com a Comunidade Canção Nova e Arquidiocese Do Rio de Janeiro, a entrada será 1 kg de alimento não perecivel. 


terça-feira, 4 de outubro de 2011

TESTEMUNHO

O que um sacerdote pode fazer na vida de um jovem

Este mês, para ser mais exata esta semana , fazem 13 anos que finalmente iniciei meu caminho de conversão e deixei que Jesus entrasse prá valer em minha vida. Eu era uma jovem rebelde, que detestava Missa e que vivia longe de Deus

Mas grande foi o Amor de Deus para comigo, que em meio ao meu desprezo pela Igreja, Deus colocou em minha vida um Padre muito especial: Padre Jorjão, da Paróquia Nossa Senhora da Paz no Rio de Janeiro, ele dava aulas de religião no colégio em que eu estudava. Que padre lindo!

Meu esposo e eu fomos alvo do Amor de Jesus que se manifestou através deste padre! Amor Misericordioso, que não desiste de ver o amado em Deus e feliz. 
Amor sem interesse, que olha para o jovem mergulhado no pecado e o abraça, brinca com ele, o adverte e nunca, nunca desiste de vê-lo mais perto do Céu. Foi isso o que Padre Jorjão fez comigo e com meu esposo.

Meu esposo, naquela época (15 anos atrás +ou-) era meu namorado, um ateu que tantas e tantas vezes discutia com Padre Jorjão. Costumamos dizer que Marcelo era um perseguidor da Igreja Católica e que fazia de tudo para tirar pessoas da doutrina. Achava tudo uma bobagem… Mas Padre Jorjão não se deixava abater pelas ignorâncias de seus filhos “bombinhas” como nos chama até hoje… Ele sabia que havia um tempo debaixo do céu, um tempo certo para que Deus entrasse definitivamente em nossa vida e por isso não desistiu de nós e continuava dia após dia a nos chamar para Deus e a nos exortar a santidade.

Quando finalmente Deus me despertou para realidade de pecado em que eu estava vivendo, quando Deus retirou de mim aquilo que me era mais precioso (o namorado), quem estava a minha espera, pronto para ouvir meus pecados, minhas lamentações, minha dor? Quem estava ali pronto para não somente enxugar minhas lágrimas, mas também para chorar comigo? Justamente aquele sacerdote tão querido, Padre Jorjão.

Dia  06 de março de 1997, não me esquecerei jamais deste dia! No dia 5 a noite Deus tinha me revelado com o fim daquele namoro, que eu estava errada, construindo minha vida da forma errada, dia 06 logo de manhã, ainda em meio a lágrimas, a primeira coisa que fiz foi buscar um sacerdote para me confessar e Deus escolheu um muito especial para aquela confissão: Mais uma vez Padre Jorjão.

Foi a primeira confissão bem feita que fiz.  Padre Jorjão ouvia pacientemente tudo o que estava em meu coração, como se já soubesse de tudo e esperasse por aquele momento, Ele chorou comigo e tenho certeza que as lágrimas que rolaram no rosto daquele homem foram lágrimas do Coração de Jesus. Ele não me condenou! Também não foi omisso em me mostrar toda a verdade, mas ele, fez algo muito especial, ele me fez ver o quanto Jesus me deseja e esperava por aquele dia… O olhar daquele padre era e é o olhar amoroso de Jesus e isso fez toda a diferença na minha vida. Sai daquela confissão outra pessoa, uma limpeza pesada tinha acontecido no meu coração, todas as lágrimas derramadas estavam limpando minha alma para o que viria ainda pela frente…

Como sou grata a Deus por este sacerdote. Hoje estou morando em Belém e quanta saudade sinto de Pe Jorjão.

Por que estou falando dele agora e contando um pouquinho de minha vida? Primeiro pela saudade que sinto deste querido padre, era preciso que eu o homenageasse de algum modo.  Depois vemos tantas notícias, tanta gente querendo denegrir a Igreja por causa de alguns padres que por falta de oração (com certeza por isto) estão no erro e vivendo o contrário do que pregam, mas ninguém mostra quantos e quantos padres maravilhosos nossa Igreja possui.

Padre Jorjão é um exemplo destes padres que retiram os jovens do mundo e o levam para o Coração de Jesus. Um sacerdote extremamente fiel a Deus e a Igreja, um apaixonado por Nossa Senhora, um padre que celebra a Santa Missa com um zelo que não tem como não sentir que o Céu se faz presente. Também um padre que vai a pizzaria com seus jovens, que vai a praia e ao cinema com os mesmos, fica ali como um pai carinhoso e amigo, sem perder a identidade de sacerdote (pois quando não está de batina, não abandona o clesma, mesmo aos 42° C do verão carioca), tudo por amor, para que os jovens não busquem alternativas de pecado para se viver. Um padre que cerca a juventude, e todos que estão a sua volta com o amor de Jesus.

Poderia escrever um livro só sobre a importância deste sacerdote na minha história de salvação! Depois que ele trouxe o Céu para minha vida o levou também a meu esposo, restaurou a juventude daquele rapaz ateu e revoltado com Deus e desde então  só queremos uma coisa: o Céu!
Aliás minha história com Marcelo tem início, em uma aula de religião do Padre Jorjão, em que fomos após a aula ajudá-lo a guardar umas Bíblias… Marcelo eu éramos apenas bons e grandes amigos e o Padre olhou para a gente e perguntou se éramos irmãos, respondemos que não e ele perguntou se éramos parentes, voltamos a dizer que não,  e ele então perguntou “então são namorados?”, mas uma vez e agora timidamente respondemos que não, e ele com ar suave e feliz retrucou: “mas bem que poderiam namorar, formariam um belo casal e poderiam até se casar e eu até poderia fazer o casamento de vocês…” Ele estava profetizando o que 7 anos depois aconteceu, nosso casamento do jeitinho que ele falou!

Não sei se Padre Jorjão lerá este meu artigo ou se alguém terá paciência para ler um post tão grande, espero que sim! Pois gostaria que todos soubessem como é linda nossa Igreja e como existem sacerdotes santos neste mundo, gostaria de relatar todos os feitos grandiosos que Deus já operou em meu coração través dos sacerdotes, Padre Jorjão, Padre Paulo Ricardo, Padre Wagner, Mons. Jonas Abib, Pe. Gustavo, Pe. Lelson, Frei Juraci e tantos outros! Eu amo os sacerdotes!!! O que seria de mim sem eles?

Para finalizar só posso agradecer a Deus pela vida do Padre Jorjão e continuar pedindo a Deus e a Nossa Senhora das Graças que o proteja sempre e que continuem o usando com instrumento de salvação de muitos.

Neste ano Sacerdotal vamos rezar prá valer por nossos padres, eles nos são indispensáveis!

Que Deus nos abençoe e nos ajude a viver a santidade.

Giselle Maia
Fonte: Copiado do blog da Giselle Maia   http://giselle.cfn.blog.br/?p=3183        

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