E Paulo da Cruz acrescenta: «Quando sentimos emergir algum desejo de realizar uma vontade que não é a de Deus, é preciso aniquilá-lo». Resumindo, nesse caso podemos ser terroristas contra o nosso homem velho.
Podemos até mesmo pegar uma arma na mão e matar a nossa vontade.João Paulo II tem uma bela expressão. Para ele é preciso «render-se» à vontade de Deus. E ainda diz: «O entregar-se à vontade de Deus deve ser um “sim” total. Como diz Paulo de Tarso: «Deus é testemunha fiel que a minha palavra a vós dirigida não é uma vez ‘sim’ e uma vez ‘não’. Jesus Cristo não foi sim e não; nele houve o sim». Portanto, é uma entrega total à vontade de Deus.
Outros santos, mesmo se com nuanças diversas, expressam a mesma necessidade de abandonar-se à vontade de Deus, e dizem: «A minha vida, a partir de agora até quando eu partir para o Paraíso, será uma entrega, um total abandono à vontade de Deus». Isabel da Trindade, de quem é a expressão «abandonar-se à vontade de Deus», afirma que é preciso deixar-se imolar pela vontade de Deus, sobretudo nos momentos nos quais a vontade de Deus é dura. Ela diz: «É preciso que nos deixemos imolar pelo punhal da vontade de Deus». É magnífico, magnífico! É duro, mas ao mesmo tempo não é, porque temos a graça atual, aquela que vem e nos ajuda justamente no momento certo. Nós temos a nossa expressão, que é mergulhar, penetrar totalmente na vontade de Deus, que contém um pouco do senso de abandono, de entregar-se, um pouco do imolar-se e um pouco de tudo. Mas podemos usar qualquer expressão, pois no final, é tudo a mesma coisa.[...]Então, coragem! O que eu lhes desejo? Que vocês se tornem santos, grandes santos, logo santos!
Podemos até mesmo pegar uma arma na mão e matar a nossa vontade.João Paulo II tem uma bela expressão. Para ele é preciso «render-se» à vontade de Deus. E ainda diz: «O entregar-se à vontade de Deus deve ser um “sim” total. Como diz Paulo de Tarso: «Deus é testemunha fiel que a minha palavra a vós dirigida não é uma vez ‘sim’ e uma vez ‘não’. Jesus Cristo não foi sim e não; nele houve o sim». Portanto, é uma entrega total à vontade de Deus.
Outros santos, mesmo se com nuanças diversas, expressam a mesma necessidade de abandonar-se à vontade de Deus, e dizem: «A minha vida, a partir de agora até quando eu partir para o Paraíso, será uma entrega, um total abandono à vontade de Deus». Isabel da Trindade, de quem é a expressão «abandonar-se à vontade de Deus», afirma que é preciso deixar-se imolar pela vontade de Deus, sobretudo nos momentos nos quais a vontade de Deus é dura. Ela diz: «É preciso que nos deixemos imolar pelo punhal da vontade de Deus». É magnífico, magnífico! É duro, mas ao mesmo tempo não é, porque temos a graça atual, aquela que vem e nos ajuda justamente no momento certo. Nós temos a nossa expressão, que é mergulhar, penetrar totalmente na vontade de Deus, que contém um pouco do senso de abandono, de entregar-se, um pouco do imolar-se e um pouco de tudo. Mas podemos usar qualquer expressão, pois no final, é tudo a mesma coisa.[...]Então, coragem! O que eu lhes desejo? Que vocês se tornem santos, grandes santos, logo santos!
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CHIARA LUBICH Fundadora do Movimento dos Focolares |
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